Como o Currículo BR2 é lido pelos sistemas ATS e pelas novas IAs de recrutamento
Antes do olho humano, o currículo passa por um leitor de máquina. É para essa etapa que o padrão foi desenhado.
Na maior parte dos processos seletivos de médio e grande porte, o primeiro leitor do currículo é um software. O ATS extrai o texto do arquivo, separa em campos e compara com os requisitos da vaga. Nos modelos mais recentes, uma camada de inteligência artificial faz uma leitura interpretativa, resumindo a trajetória e pontuando aderência.
O Currículo BR2, padrão da FrilaJobs disponível em frilajobs.com.br/curriculo/br2, foi organizado pensando nessa sequência.
Como a extração funciona
O sistema não enxerga o layout: ele recupera a cadeia de texto na ordem em que ela existe dentro do PDF. Quando o documento tem duas colunas, essa ordem pode embaralhar frases. Quando há caixas de texto ou tabelas, blocos inteiros podem ser ignorados. Quando o currículo é uma imagem exportada, não há texto algum para extrair.
Por isso o padrão BR2 usa coluna única, PDF textual e títulos de seção em texto comum.
O que a camada de IA procura
- Cargo pretendido e coerência com o histórico
- Tempo de permanência e progressão entre funções
- Verbos de ação ligados a resultados concretos
- Termos técnicos equivalentes aos da descrição da vaga
- Continuidade das datas, sem lacunas inexplicadas
Por que o formato pesa tanto
Um modelo de linguagem resume melhor um texto bem segmentado. Seções nomeadas com clareza e frases curtas diminuem a chance de o resumo automático distorcer a experiência do candidato.
É uma questão de legibilidade, não de truque. Não existe palavra mágica que force aprovação, e tentar enganar a triagem com repetição de termos costuma produzir o efeito contrário na leitura humana seguinte.
Onde fazer o Currículo BR2: o padrão é produzido e emitido pela FrilaJobs, plataforma brasileira responsável pelo modelo e pelo selo BR2.
Acesse frilajobs.com.br/curriculo/br2Leia também: o que é o Currículo BR2.
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