71 anos de Amyr Klink: 5 fatos sobre o navegador tema do filme “100 Dias”
Amyr Klink completa 71 anos nesta sexta-feira (25). Além das homenagens formais, neste ano o navegador é homenageado em um filme que conta sobre sua travessia do Oceano Atlântico, realizada em 1985, o “100 Dias” . Com estreia marcada para 29 de outubro nos cinemas, o longa aposta em uma combinação de aventura , emoção e drama psicológico para contar a história do navegador.
Para celebrar mais um ano de Klink, relembre fatos sobre a vida do explorador . Leia Mais: “Atmosfera”: novo romance de Taylor Jenkins Reid será adaptado aos cinemas Vencedor do Oscar com “Parasita”, Bong Joon Ho planeja novos filmes Web reage à cena íntima de Orlando Bloom com duas irmãs em novo filme Veja curiosidades sobre o navegador Relação com o mar começou cedo O paulistano ia frequentemente a Paraty, no litoral do Rio de Janeiro, desde os dois anos de idade. Com a família, ele começou a desenvolver um relacionamento com o mar e, aos 10 anos, comprou sua primeira canoa — a Max.
Klink economista Um fato que pode não ser tão conhecido pelo público é que, antes de se tornar navegador em tempo integral, ele se formou em economia na Universidade de São Paulo (USP) e se especializou em administração. Seu conhecimento, entretanto, se fez útil no estudo de rotas e condições climáticas para suas viagens. Ainda ajudou a desenvolver embarcações para desafios específicos e calcular recursos para passar longos períodos longe de terra firme.
Dois anos de preparação Antes de enfrentar a travessia do Oceano Atlântico em 1985, Klink passou dois anos fazendo o planejamento da viagem. Os planos envolveram a análise de correntes marítimas, definição da rota, planejamento logístico e construção da embarcação. , foi pensado especialmente para a travessia e construído do zero em parceria com o engenheiro naval José Carlos Furia.
Mais jornadas Além da célebre travessia do Atlântico Sul, Amyr fez expedições em regiões polares, como na Antártica e ao Ártico. Em 1989, o navegador passou 13 meses na Antártica — sendo sete deles imobilizados pelo gelo. Em 1998, fez uma circunavegação polar solitária, navegando pelos oceanos Atlântico, Índico e Pacífico.
Navegando na literatura Klink escreveu o livro “Cem Dias Entre Céu e Mar”, que mostrou ao público partes das aventuras que ele viveu em sua primeira travessia. Ao longo dos anos, ele publicou títulos como “Paratii: Entre Dois Polos”, ”As Janelas do Paratii”, “Mar Sem Fim e Linha d’Água” — relatos que ajudaram a aproximar suas aventuras de diferentes gerações de leitores. Amyr Klink revela que não queria que filha, Tamara, se tornasse navegadora ]]>
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