A cor da parede do quarto pode afetar seu sono? O que dizem o Feng Shui e a cromoterapia
A seleção das cores na decoração do quarto pode influenciar a sensação de conforto no ambiente. Princípios do Feng Shui e da cromoterapia associam tonalidades inspiradas na natureza ao alívio das tensões diárias, embora especialistas ressaltem que não existem evidências científicas suficientes para comprovar que uma cor, por si só, garanta a qualidade do sono. Tons recomendados para a decoração Para compor um espaço visualmente sereno, as orientações focam em paletas suaves e neutras: Bege e areia: Opções discretas e versáteis que facilitam a combinação com móveis e tecidos.
Verde-sálvia: Remete à vegetação e transmite equilíbrio visual sem sobrecarregar o espaço. Azul-claro: Tradicionalmente ligado à tranquilidade, harmoniza com madeira clara e tons neutros. Tons terrosos claros: Variações delicadas de caramelo e marrom reforçam o acolhimento quando aliadas a materiais naturais.
Leia Mais: Cientistas afirmam que teoria sobre a origem da vida pode estar errada; nova simulações contradizem ‘bombardeio’ de cometas Califórnia pede que Justiça barre tentativas de Trump de confiscar votos Malu Mader e Tony Bellotto prestigiam peça no Rio e posam com filho caçula Cores que exigem moderação no ambiente Especialistas orientam evitar o uso de tintas muito intensas em grandes superfícies. O vermelho intenso pode atuar como elemento estimulante, o amarelo vibrante tende a se destacar em excesso e o cinza-escuro pode fechar visualmente o local. Leia também: Famílias trocam lâmpadas antigas por LED e mudança reduz os gastos, aliviando o orçamento doméstico A orientação para quem deseja usar essas cores é aplicá-las apenas em pequenos objetos ou tecidos pontuais.
A estratégia mais eficiente consiste em manter uma base neutra nas paredes e ajustar a iluminação noturna com lâmpadas de luz quente , favorecendo a desaceleração do organismo antes de dormir. ]]>
Resumo publicado pelo SJX NEWS. O conteúdo integral pertence ao veículo de origem.
Leia a matéria completa em CNN Brasil →
