A indireta de Gilmar para Nunes Marques e Mendonça
O decano do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, criticou a condução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) durante as eleições de 2026. Sem mencionar nominalmente André Mendonça nem Nunes Marques, o magistrado cobrou uma postura de “árbitro equidistante” de quem dirige a Corte Eleitoral. Nunes Marques preside o TSE e tem Mendonça como vice.
Os dois assumiram os cargos em maio para conduzir o tribunal durante o pleito deste ano. Em publicação no X, na noite da segunda-feira 2, Gilmar atribuiu ao colegiado a garantia de que a disputa eleitoral transcorresse dentro das regras democráticas. “A institucionalidade, entretanto, não deveria precisar ser resgatada a cada eleição", disse ele.
" "Silêncios e hesitações não são neutros", diz Gilmar Mendes Gilmar também afirmou que a falta de posicionamento na direção de instituições pode produzir consequências. “Na condução de órgãos de elevada importância, um aspecto precisa ficar claro: silêncios e hesitações não são neutros", observou. “Desta vez, a colegialidade cumpriu seu papel.
" Leia também: "O Supremo depois das urnas" , reportagem publicada na Edição 347 da Revista Oeste O post A indireta de Gilmar para Nunes Marques e Mendonça apareceu primeiro em Revista Oeste . ]]>
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