Abaixo-assinado contra bets supera 1,5 milhão de assinaturas
2026), menos de 24 horas depois de ser lançado pelo ICL (Instituto Conhecimento Liberta). A mobilização é feita no mesmo dia em que o ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal, comanda audiência pública para discutir a validade da medida provisória que proibiu as apostas de quota fixa no país. 2026), no perfil de Eduardo Moreira, fundador do ICL, no Instagram.
O documento pede a manutenção da proibição das apostas, o fim dos patrocínios de empresas do setor a clubes de futebol, transmissões esportivas e influenciadores, além da garantia de atendimento público a pessoas com dependência em jogos e a famílias endividadas. O que pede o manifesto O documento apresenta 3 reivindicações centrais: manutenção da proibição das apostas de quota fixa; fim dos patrocínios de empresas de apostas a clubes, a transmissões esportivas e a influenciadores; garantia de atendimento público a pessoas com dependência em jogos e a famílias endividadas. Eduardo Moreira defendeu a importância da iniciativa para evitar novos danos associados a apostas esportivas e declarou que pretende fazer “o maior abaixo-assinado da história do Brasil”.
Segundo ele, a intenção é entregar o documento em Brasília, com a participação de pessoas e famílias afetadas pelas apostas, para pressionar o Congresso a agir. “Assim que alcançarmos um número significativo de assinaturas, pretendemos fazer uma grande entrega em Brasília, junto com pessoas e famílias que sofreram diretamente os males das bets, para pressionar o Congresso a agir” , disse Moreira. proibição O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) proibiu em 25 de setembro a exploração, oferta, intermediação e publicidade das apostas esportivas de quota fixa no país.
A norma também abrange os jogos online e estabelece restrições às autorizações concedidas por Estados e pelo Distrito Federal. Pelo cronograma da medida, sites e aplicativos deveriam sair do ar até 6 de outubro. A partir de 9 de outubro, os bancos começaram a devolver os saldos remanescentes nas contas dos apostadores.
A MP estabeleceu multas de até R$ 2 bilhões para empresas que descumprissem as regras e vedou indenizações às operadoras pela extinção das autorizações. AUDIÊNCIA NO STF Clubes de futebol e empresas de apostas recorreram ao STF para questionar a validade da medida. O Flamengo, por exemplo, chegou a exibir a frase “proibir não é proteger” no espaço da camisa destinado ao patrocinador principal, anteriormente ocupado pela empresa de apostas.
É nesse contexto que o ministro Fux chamou audiência pública para debater o tema com representantes de diferentes setores para discutir os efeitos da restrição e os argumentos apresentados contra a norma. ]]>
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