Alcolumbre diz lamentar eleição de quem se promove “ofendendo e agredindo”
O presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União-AP) , lamentou nesta quarta-feira (4) que demais parlamentares tenham ganhado as eleições de outubro deste ano, segundo ele, “ofendendo, mentindo e agredindo” . Segundo Alcolumbre, senadores concentraram ataques durante a campanha eleitoral em relação ao andamento de pautas relevantes à época para prejudicar sua imagem. Mencionou, por exemplo, o não andamento à abertura de processos de impeachment para ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) e uma falta de bandeiras relevantes para o país justificadas por um “radicalismo horrível”.
“Não teve proposta de universidade. Eles não apresentaram para os seus estados a proposta de levar novos institutos federais para formar a juventude e dar a ela um futuro. Eles não apresentaram nas propostas nos seus estados que iriam vir para Brasília para defender o desenvolvimento econômico do Brasil.
Eles não apresentaram para o Brasil que iam cuidar da saúde dos brasileiros. Eles não apresentaram para o Brasil que iam vir para Brasília, como deputado ou senador, para defender a democracia. Não apresentaram defender o Estado de Direito, não apresentaram defender as instituições democráticas.
Mas ofensas, agressões e ameaças foram todos os dias”, disse Alcolumbre em plenário. Leia Mais: Brasil leva à OEA debate sobre interferência estrangeira nas eleições Lula espera ter reunião bilateral com Trump durante cúpula do G20 Fachin dá 15 dias para PGR se manifestar sobre indiciamentos no caso Master Não é a primeira vez que Alcolumbre se irrita com críticas durante uma sessão no plenário. Nesta quarta, ele mesmo enumerou onze vezes, afirmando que, desta vez, se referiu a um potencial compromisso de votar uma proposta para reduzir a maioridade penal no Brasil nesta terça.
A provocação partiu do líder do PL no Senado, Carlos Portinho (RJ). O senador amapaense também ressaltou em seu discurso a defesa da confiabilidade das urnas eletrônicas. Disse que a oposição, aliada ao senador e candidato derrotado, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), reclamou do modelo de votação ao perder para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) , mas comemorou ao eleger a maior bancada no Congresso Nacional.
“No primeiro turno, abriu-se a urna eletrônica, e essa mesma urna eletrônica, que tem 30 anos, serviu para eleger 120 deputados federais do partido do candidato que perdeu a eleição. Essa mesma urna eletrônica serviu para eleger vinte e tantos senadores. Ela serviu para comemorar, no primeiro turno, uma eleição vitoriosa dos adversários do presidente Lula.
E quando abriu no segundo turno, a urna não prestou mais? O resultado valeu para o primeiro turno? Eu queria encontrar um para dizer se só deu errado no segundo turno.
Ninguém fala mais nada, ninguém avisa: ‘Deu tudo errado, subiram 10 milhões de votos, 12 milhões de votos, sei lá o que aconteceu’. Foi na porcaria da mesma urna eletrônica”, disse. Após o segundo turno, expoentes da oposição questionaram o alto crescimento de Lula ao comparar o primeiro e segundo turnos, no entanto, dias depois reconheceram gradualmente a derrota eleitoral.
Flávio perde força no PL, que mira Tarcísio e Michelle | CNN 360° ]]>
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