“Ana Clara não pode te ouvir, está morta”, diz mãe sobre Flávio
2026) o que teve vontade de dizer a Flávio Bolsonaro (PL) quando o candidato à Presidência a chamou pelo nome da filha no debate da TV Globo . A menina morreu aos 5 anos, atingida por um tiro de fuzil em Niterói (RJ), em 2021. out), e falou sobre sua reação durante uma transmissão ao vivo organizada pelo deputado federal André Janones (Rede-MG).
Assista (56s) : “Quando ele gritou ‘Ana Clara’, a vontade que me deu –e eu não tive voz, a gente sabe, no estúdio não tem como–, eu tive vontade de falar: ‘Flávio, Ana Clara não pode te ouvir. Ana Clara está morta’. Mas eu gritei que ela estava morta” , disse.
Cristiane falou também sobre a ausência da filha e seu esforço para preservar a memória da menina: “Tem 5 anos que minha filha morreu. Ela não pode mais te ouvir, eu não posso mais ouvir ela. Não existe mais Ana Clara.
Ela ficou na lembrança. O que eu estou fazendo é de tudo para que Ana Clara não seja esquecida, para que não seja esquecida a tamanha covardia que foi feita com minha filha de apenas 5 anos. Ela tinha 5 anos, uma vida inteira pela frente.
Hoje ela teria 11 anos” , declarou. O QUE HOUVE NO DEBATE O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) questionou Flávio sobre sua atuação na defesa do policial militar Bruno Dias Delaroli, denunciado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro pela morte de Ana Clara. Em 2024, o senador assinou um recurso ao Superior Tribunal de Justiça para tentar reverter a decisão que levou o caso ao Tribunal do Júri.
O recurso foi rejeitado. Ao responder, Flávio dirigiu-se à plateia para manifestar solidariedade à família, mas chamou Cristiane pelo nome da filha: “Ana Clara, eu quero falar com a senhora…” . ” .
Flávio disse confiar na inocência de Delaroli e argumentou que o policial ainda não havia sido julgado. A defesa nega que o tiro que matou Ana Clara tenha partido da arma dele. O julgamento, inicialmente marcado para 21 de outubro de 2026, foi adiado para 5 de maio de 2027.
]]>
Resumo publicado pelo SJX NEWS. O conteúdo integral pertence ao veículo de origem.
Leia a matéria completa em Poder360 →
