Análise: Seleção Brasileira ganha alternativas ao deixar o 4-2-4 de lado
A Seleção Brasileira deve passar por uma reformulação significativa para o próximo amistoso desta terça-feira (29) com Ancelotti testando um novo esquema tático que abandona o polêmico 4-2-4 e aposta em três jogadores no meio-campo. Segundo informações divulgadas, são esperadas até sete mudanças em relação ao time que enfrentou a Austrália na sexta-feira (25). A provável formação conta com Otávio no gol, Vanderson, Jair, Gabriel Magalhães e Mauro Júnior na defesa.
No meio-campo, a novidade fica por conta da presença de Bruno Guimarães, Danilo e Gabriel Bontempo. Leia mais Seleção Brasileira Sub-20 goleia Dinamarca em amistoso na Espanha Análise: Seleção Brasileira perdeu a conexão com os torcedores Hugo, Otávio ou Morisco? Histórico de Ancelotti indica mudança de goleiro Na frente, a linha de ataque deve ser composta por Rayan, Vinícius Júnior e Raphinha, este último posicionado de forma mais centralizada.
A posição de goleiro ainda é considerada incerta, já que Hugo e Morisco também treinaram com o grupo. Críticas ao 4-2-4 e defesa do meio-campo reforçado A mudança de esquema da escalação provável foi bem recebida pelo comentarista Raul Moura, do Convocação CNN , que criticou duramente o modelo anterior . “Aquele 4-2-4 não deu certo na Copa do Mundo, não deu certo contra a Austrália”, afirmou, acrescentando que não havia razão para insistir em uma formação que, segundo ele, tornava o Brasil excessivamente dependente de contra-ataques e da velocidade dos pontas.
Raul ainda comparou Bruno Guimarães e Danilo a “quarterbacks”, pela forma como os dois ficavam apenas lançando a bola sem maior construção de jogo. O comentarista também citou o desempenho de Vinícius Júnior e Raphinha como pontos de preocupação. Segundo ele, Raphinha desperdiçou oportunidades claras no jogo contra a Austrália , enquanto Vinícius Júnior, que nesta temporada não é titular absoluto no Real Madrid, “nunca jogou bem com a camisa da seleção”.
Bruno Guimarães sobre pênalti perdido na Copa: “Bateria mil vezes” Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN .
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