SJX NEWS

    moneytimes.com.br

    Money Times

    SJXNEWS
    Money Times·06 de nov., 22:36

    Até o Itaú (ITUB4): UBS BB corta preço-alvo com piora do cenário

    O UBS BB reduziu o preço-alvo para as ações do Itaú Unibanco (ITUB4) , mas manteve recomendação neutra para o papel após a divulgação dos resultados do terceiro trimestre de 2026. Segundo os analistas, o banco apresentou mais um trimestre de desempenho sólido e praticamente em linha com as expectativas do mercado, com a qualidade dos ativos voltando a ser o principal destaque positivo. Em um momento em que investidores acompanham com atenção os sinais de deterioração do crédito no sistema financeiro brasileiro, o Itaú mostrou resiliência.

    O índice de inadimplência acima de 90 dias subiu apenas 10 pontos-base no trimestre, para 2%, enquanto os indicadores de entrada em inadimplência e de créditos em estágio 3 apresentaram melhora. A equipe do UBS BB também ressaltou que a formação de inadimplência permaneceu praticamente estável e que o Itaú continua exibindo uma dinâmica de crédito superior à observada no restante do sistema financeiro, tanto no segmento de pessoas físicas quanto no corporativo. Além da qualidade dos ativos, a receita líquida de juros (NII) avançou 3% na comparação trimestral, beneficiada pela expansão das margens com clientes e com o mercado.

    Já as despesas operacionais cresceram ligeiramente, pressionando o índice de eficiência. Apesar dos números considerados robustos, o UBS BB vê pouco espaço para uma reprecificação relevante das ações. Por isso, decidiu reduzir o preço-alvo, mantendo visão cautelosa para o papel em meio à piora das perspectivas macroeconômicas para 2027.

    Nos níveis atuais, o Itaú negocia a cerca de 2 vezes seu valor patrimonial estimado para 2027 e 7,5 vezes o lucro projetado para o período, múltiplos que, na avaliação dos analistas, já refletem boa parte da qualidade operacional do banco. ]]>

    Resumo publicado pelo SJX NEWS. O conteúdo integral pertence ao veículo de origem.

    Leia a matéria completa em Money Times →