Aves e mel do Brasil atendem requisitos para exportação, diz UE
2026) o relatório final em que aprova o sistema brasileiro de produção de carne de aves e mel, depois de auditoria . Segundo o Ministério da Agricultura e Pecuária, a decisão aproxima o Brasil da retomada de exportações para o bloco europeu. O documento da DG Santé (Direção Geral de Saúde e Segurança dos Alimentos) da Comissão Europeia avaliou de forma satisfatória as cadeias de carne de aves e mel.
As autoridades sanitárias europeias concluíram pela conformidade do sistema de fiscalização do Brasil com as exigências sanitárias. Leia a íntegra , em inglês (PDF – 565 kB). A missão técnica europeia vistoriou instalações brasileiras de 24 de agosto a 4 de setembro deste ano.
Os inspetores analisaram o controle oficial e confirmaram a proibição de substâncias que estimulam o crescimento dos animais. “Essa avaliação da missão técnica europeia sobre a carne de frango e o mel brasileiros só confirma o que já sabíamos: a excelência e a solidez do nosso sistema de defesa agropecuária. Ser aprovado representa o reconhecimento de um trabalho sério, rigoroso e permanente desenvolvido pelos nossos produtores” , afirmou o ministro da Agricultura, André de Paula, em nota .
O Ministério da Agricultura pediu para incluir o tema na reunião do Comitê Permanente de Plantas, Animais, Alimentos e Rações da Comissão Europeia, responsável pela decisão final sobre as exportações, que deve ser realizada de 20 a 21 de outubro. ENTENDA A UE anunciou em 12 de maio que excluiria o Brasil da lista de países autorizados a exportar carne bovina e de frango ao bloco. A justificativa foi que a indústria brasileira não apresentou informações exigidas pela Comissão Europeia que assegurassem que a carne e outros produtos de origem animal cumprem os requisitos da UE sobre antimicrobianos.
A medida foi oficializada em 5 de junho e começou a valer em 3 de setembro. A legislação da UE proíbe o uso de antimicrobianos para estimular o crescimento ou aumentar o rendimento dos animais. O bloco afirma que nenhuma carne consumida em seu território pode ter sido produzida com antimicrobianos para fins de crescimento ou aumento de rendimento.
O receio é que o uso excessivo desses medicamentos na pecuária acelere o surgimento de bactérias, vírus, fungos e parasitas resistentes aos remédios usados para combatê-los. ]]>
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