BAIC Arcfox T1: rodamos na versão topo de linha do elétrico chinês
O mercado brasileiro está repleto de marcas chinesas. Em geral, a receita dos carros é bem parecida. Faróis afilados, linhas mais limpas, rodas com desenho mais fechado.
Por dentro, eles têm tela multimídia grande e um painel de instrumentos separado, com tamanho menor. O console central é alto e plano. Em termos de condução, eles também são bem parecidos.
Como a China tem um asfalto muito bem feito, a suspensão tem uma característica mais suave e “molenga”. A topografia do Brasil, contudo, é diferente. Boa parte desses carros chineses não recebe uma tropicalização neste sentido.
Leia mais Primeiro lote de veículos DFM chega ao Brasil com mais de 200 unidades Valor Clássico: nova plataforma surge como "Tabela Fipe" dos carros antigos Ford retorna com Mustang GT Performance 2026: conheça o esportivo de 492 cv Mas há exceções: O BAIC Arcfox T1 . O crossover 100% elétrico chegou ao Brasil e a CNN Brasil teve contato com o carro antes mesmo da chegada nas concessionárias. Rodamos com o modelo por alguns quilômetros nas proximidades do Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo.
A suspensão do carro passou por uma tropicalização e foi testada ao longo de 8 mil quilômetros, por quatro meses, em diferentes condições de piso. Assim, a marca ajustou mais de 190 parâmetros na precisão da suspensão. BAIC Arcfox T1 • Rodrigo Barros/CNN Brasil O resultado parece ter sido bom.
A suspensão é mais firme do que a maioria dos carros chineses. É bem calibrada e lembra muito a condução do MG4 Urban — modelo que tem um DNA inglês. O conforto do carro também surpreende.
Na versão Max topo de linha a que tivemos contato, os bancos são elétricos e contam com ventilação, aquecimento e memória. O porta-malas também é elétrico e conta com 459 litros de capacidade. 352 l.
Um outro diferencial é o que o BAIC Arcfox T1 ainda tem estepe, mas tem um aro menor (T125/80 R17). Uma reclamação de muitos carros chineses que não contam com esta quinta roda e dependem do kit emergencial. O sistema ADAS do crossover elétrico também trabalha de maneira bem eficaz.
A versão MAX conta com frenagem automática de emergência, assistente de tráfego congestionado, estacionamento automático, piloto automático com Stop & Go e diversos alertas, como os de colisão frontal e saídas de faixa. Testamos o assistente de manutenção em fixa e o piloto automático , que opera com alto grau de exatidão. Nesta versão Max, as rodas são de liga leve, com aro 18 polegadas.
Com 95 cv de potência e 17,9 kgfm de torque , a resposta do carro é rápida. Apesar de não ter uma potência elevada como outros concorrentes, a saída é rápida e também não sentimos falta de fôlego em ultrapassagens. Para o dia a dia, o desempenho está suficiente.
A velocidade máxima é limitada a 140 km/h. Testamos o BAIC Arcfox T1 Max que vai dar trabalho para BYD, Geely e GAC Dados técnicos do BAIC Arcfox T1 A autonomia é de até 283 km pelo Inmetro. Em carregadores rápidos de corrente contínua (DC), a potência chega a 89 kW, permitindo elevar a carga de 30% a 80% em aproximadamente 25 minutos.
Já em corrente alternada (AC), a potência máxima é de 6,6 kW, com recarga completa em até oito horas. Nas dimensões, são 4,33 metros de comprimento, 1,86 m de largura, 1,57 m de altura e 2,77 m de entre-eixos. Entre os equipamentos, há central multimídia de 15,6 polegadas, painel de instrumentos de 8,8 polegadas e câmera panorâmica de 540°, que combina visão de 360° do entorno com visualização de 180° da parte inferior do veículo.
900 (preço promocional de lançamento). 900. Carro elétrico popular vai dar certo na Europa?
E no Brasil? ]]>
Resumo publicado pelo SJX NEWS. O conteúdo integral pertence ao veículo de origem.
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