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    InvestNews·22 de set., 10:16

    Banco Central revela primeira empresa cripto em processo de autorização no Brasil

    O Banco Central divulgou na segunda-feira (21) o nome da primeira empresa de criptomoedas que aparece publicamente em processo de autorização para atuar sob o novo regime regulatório do setor no Brasil: a fintech Onda Finance. Antes de falar um pouco sobre a empresa, vale um pouco de contexto. As firmas que já prestavam serviços com ativos virtuais no Brasil têm até o dia 30 de outubro para pedir autorização ao BC para continuar suas atividades.

    Essa é uma das exigência nova regulação do setor , que entrou em vigor neste ano. A partir dessa data, instituições financeiras e de pagamento autorizadas pelo BC não poderão realizar ou viabilizar determinadas operações com empresas cripto que não estejam autorizadas ou em processo de autorização pelo regulador. Newsletter : quer saber mais sobre cripto?

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    A Onda Finance é uma startup que fornece infraestrutura para pagamentos internacionais, operações com stablecoins e serviços de custódia de criptoativos. Segundo a própria empresa, sua infraestrutura atende operações em mais de 180 países. A companhia foi fundada em 2024.

    No comunicado divulgado pelo Banco Central, a empresa aparece como “instituição em processo de autorização”. Isso não significa que a Onda já recebeu autorização para operar. O que existe, neste momento, é um processo de autorização em andamento.

    Em nota a jornalistas, o CEO da startup, Nildson Alves, afirmou que a regulação não vem para travar o setor, mas para separar empresas com estrutura para atuar no longo prazo. Críticas do mercado Não é todo mundo que vê com bons olhos as novas regras. Associações e algumas empresas cripto consideram as exigências rígidas, especialmente as relacionadas ao capital mínimo, que podem dificultar a entrada ou a permanência de empresas menores.

    Dependendo das atividades exercidas, o valor mínimo exigido pode chegar a R$ 37,2 milhões. Nos últimos meses, exchanges locais e estrangeiras anunciaram o encerramento ou a redução de suas operações no país. Em alguns casos, as empresas citaram as novas exigências regulatórias entre os motivos para a decisão.

    Segundo players do setor, esse cenário pode reduzir o número de empresas do ecossistema de ativos digitais e concentrar as operações em poucos grupos. Até agora, apenas cinco firmas protocolaram pedidos de autorização junto ao BC, revelou o jornal Valor Econômico recentemente. Quatro processos estão em análise e um foi indeferido.

    Leia também Investimentos Por que tantas exchanges de criptomoedas estão fechando no Brasil? 749,67 BNB (BNB) : +0,71%, US$ 787,60 XRP (XRP) : +4,67%, US$ 1,54 Solana (SOL) : +1,42%, US$ 117,81 Outros destaques do mercado cripto Um programa brazuca sobre tokenização. A Associação Brasileira de Tokenização e Ativos Digitais (ABToken) criou o ABToken Start, programa de integração voltado a startups em estágio pré-operacional que desenvolvem soluções de tokenização, ativos digitais e novas infraestruturas financeiras.

    Como esse setor é complexo, o projeto aborda temas como regulação, compliance, governança e boas práticas de mercado. B3 e cripto: tudo junto e misturado. A B3 está cada vez mais cripto.

    É stablecoin para cá, tokenização para lá e, agora, tem um novo contrato futuro de bitcoin em dólar. Mas o que é isso? O produto permite negociar contratos baseados no preço futuro do BTC.

    A B3 já tinha uma versão em reais, mas agora criou a versão em moeda americana. Cada contrato representa 0,01 bitcoin. Vale o aviso: é um mercado mais complexo e arriscado do que o de cripto tradicional, então é bom estudar bem antes de embarcar.

    Dia de festa para os ETFs americanos. O cenário está muito bom para os ETFs americanos de bitcoin, obrigado. Ontem, enquanto o BTC encostava nos US$ 87 mil, esses fundos atraíram US$ 998,9 milhões, no melhor dia de entradas em 11 meses.

    O IBIT, da gestora BlackRock, respondeu sozinho por US$ 381,4 milhões. Os ETFs de ethereum também fizeram a festa: receberam US$ 269,9 milhões, no melhor dia desde 7 de outubro de 2025. ]]>

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