Bispos católicos criticam fala de Flávio sobre fake news de padroeira
2026) uma nota de esclarecimento em que diz que “ não produziu, autorizou ou participou da elaboração ou divulgação de informações falsas relacionadas ao atual processo eleitoral” . A declaração se deu depois de o senador e candidato à Presidência pelo PL, Flávio Bolsonaro , afirmar que o PT teve ajuda da CNBB para disseminar fake news de que ele pretende retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de padroeira do Brasil. A conferência episcopal respondeu à afirmação e disse que “ a mentira não se combate com outra mentira” .
Leia a íntegra (PDF – 133 kB). “ O PT já estava há alguns dias tentando levantar essa fake news e conseguiu, com a ajuda de gente dentro da CNBB, infelizmente. O que aconteceu ali foi, quase que automaticamente, uma disseminação dessa fake news.
set). A entidade disse que não integra estruturas político-partidárias, partidos ou candidaturas. Segundo a nota, as suas manifestações sobre as eleições decorrem da sua missão pastoral e são orientadas por princípios como dignidade humana, bem comum, democracia e liberdade de consciência.
A CNBB afirmou que atribuir à instituição participação na produção ou disseminação de desinformação, “ sem fatos e provas que sustentem tal afirmação ”, atinge injustamente a entidade. Fake news Flávio Bolsonaro jamais apresentou proposta de tirar da santa o título de padroeira. A ideia constou em um projeto de lei apresentado pelo então deputado federal Professor Victório Galli.
A proposta trocava a expressão “Padroeira do Brasil” por “Padroeira dos brasileiros católicos apostólicos romanos” . Foi rejeitada pela Comissão de Educação e Cultura da Câmara e posteriormente arquivada. Flávio, à época deputado estadual no Rio de Janeiro, não participou da apresentação nem da tramitação do texto no Congresso.
Leia a íntegra da nota da CNBB: “Diante de informações e manifestações que circulam nas redes sociais envolvendo o nome da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), esclarecemos: “A CNBB não produziu, autorizou ou participou da elaboração ou divulgação de informações falsas relacionadas ao atual processo eleitoral. “A Conferência repudia a produção e a utilização de informações falsas, independentemente de sua origem ou de quem possam beneficiar ou prejudicar. “A CNBB não integra qualquer estrutura político-partidária, de partido ou candidatura.
Suas manifestações sobre as eleições decorrem de sua missão pastoral e de princípios públicos expressos em seus documentos, orientados pela dignidade humana, pelo bem comum, pela democracia e pela liberdade de consciência. “Atribuir à CNBB participação em estruturas de produção ou disseminação de desinformação, sem fatos e provas que sustentem tal afirmação, atinge injustamente a instituição e não contribui para a serenidade e a responsabilidade que devem caracterizar o processo eleitoral. A mentira não se combate com outra mentira.
“A CNBB reafirma seu compromisso com a verdade, o diálogo e a paz. “Brasília – DF, 27 de setembro de 2026 “Assessoria de Comunicação “Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB” ]]>
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