Bitcoin atinge maior preço em oito meses e criptomoeda Near dispara 80%
O mercado cripto acordou animado nesta segunda-feira (21), véspera da primavera no Hemisfério Sul. 700. O que está por trás da alta?
Vários fatores, segundo especialistas. Na semana passada, a Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos (SEC, na sigla em inglês) concedeu uma isenção regulatória temporária para permitir que determinados ambientes negociem ações tokenizadas – papéis de empresas negociados em blockchain. A medida foi recebida positivamente pelo mercado.
Também houve uma movimentação positiva nos ETFs de bitcoin nos Estados Unidos, bastante usados por investidores institucionais. Somente na quinta-feira (17) e na sexta-feira (18), eles atraíram US$ 592,4 milhões, segundo dados da plataforma SoSoValue. O fluxo ajudou a recuperar o mercado após as saídas registradas no início da semana.
Por fim, houve uma movimentação forte no mercado de derivativos, onde traders apostam na alta ou na queda das criptos. Quem estava apostando na baixa começou a ser forçado a encerrar suas posições conforme os preços subiram. Mais de US$ 300 milhões em posições vendidas foram liquidadas na última hora, segundo dados da Glassnode.
Na prática, isso significa que as plataformas precisaram recomprar as criptos para fechar essas posições, o que aumenta a pressão de compra e pode acelerar ainda mais a alta. Newsletter : quer saber mais sobre cripto? Assine o Morning Cripto do InvestNews !
O caso da NEAR No meio dessa alta toda, uma cripto se destacou mais do que as demais: a NEAR, da plataforma NEAR Protocol, que sobe 20% nesta segunda e 80% nos últimos sete dias. Nesse caso, a alta foi impulsionada pelo salto na atividade do NEAR Intents, serviço da blockchain que funciona como uma espécie de ponte entre diferentes redes: ele permite trocar uma cripto por outra sem que o usuário precise transferir os ativos manualmente de uma blockchain para outra. Momento ainda é de cautela Para Alexander Kuptsikevich, analista da corretora inglesa FxPro, há otimismo no curto prazo, mas o cenário ainda é incerto.
“Em nossa opinião, este já é um mercado em alta, mas isso não exclui correções repentinas, portanto, vale a pena ter cautela até que surjam sinais mais claros de uma transição para um crescimento ativo”, diz em análise publicada hoje. Leia também Investimentos Por que tantas exchanges de criptomoedas estão fechando no Brasil? Investimentos CEO da Coinbase vê bitcoin a R$ 2 milhões por unidade até 2030.
710,67 BNB (BNB) : +4,60%, US$ 783,60 XRP (XRP) : +8,07%, US$ 1,48 Solana (SOL) : +7,20%, US$ 115,81 Outros destaques do mercado cripto Só cinco pediram licença cripto no Brasil. Lembram que, na semana passada, falamos que a regulação cripto é vista como pesada por alguns players e que várias empresas estão fechando? Pois então.
O pessoal do Valor Econômico apurou que apenas cinco firmas protocolaram, até agora, pedidos de autorização no Banco Central (BC) para atuar de forma regulada no país. Detalhe: quatro processos seguem em análise e um foi indeferido. Stablecoins no mesmo ritmo do Pix.
Esses dias, em um evento cripto em São Paulo, os participantes falavam sobre o crescimento das stablecoins, assunto que já apareceu bastante por aqui. Mas um dado chamou atenção na conversa: o ritmo de crescimento dessas criptos foi parecido com o do Pix, apesar dos valores bem diferentes. As operações com stablecoins passaram de R$ 120 bilhões para R$ 404,8 bilhões entre 2022 e 2025, um avanço de 3,3 vezes.
No mesmo período, o volume do Pix saiu de R$ 10,9 trilhões para R$ 35,3 trilhões, crescimento de 3,2 vezes. Visa muda regra para compras de memecoins. A Visa está orientando processadores de pagamentos a não classificar mais compras de memecoins como “mídia digital”, categoria que permitia aos usuários pagar com cartão de crédito e ainda acumular pontos ou cashback.
com usavam essa classificação em transações de memecoins. Os processadores têm até a próxima semana para fazer a mudança. ]]>
Resumo publicado pelo SJX NEWS. O conteúdo integral pertence ao veículo de origem.
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