SJX NEWS

    moneytimes.com.br

    Money Times

    SJXNEWS
    Money Times·23 de out., 17:34

    Bolsas da Europa recuam com petróleo em alta e balanços

    As bolsas da Europa fecharam majoritariamente em queda nesta sexta-feira (23), pressionadas por balanços corporativos e pelo avanço do petróleo, em meio ao temor de nova escalada das tensões no Oriente Médio. Indicadores mistos de atividade, a crise política na França e preocupações com investimentos em inteligência artificial (IA) também pesaram no sentimento dos investidores. O índice pan-europeu Stoxx 600 encerrou as negociações com baixa de 0,31%, aos 635,77 pontos .

    690,36 pontos . 181,65 pontos . 782,82 pontos .

    O que movimentou a Europa hoje? O índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) composto da zona do euro caiu a 51,9 em outubro, menor nível em quatro meses. Para a Capital Economics, o dado ainda aponta crescimento resiliente, embora a energia mais cara pressione a indústria.

    Já o ING vê a França como principal foco de fraqueza na região, após o PMI francês recuar a 48,4, nível que indica contração. Em Paris, a Kering tombou 16%, após a dona da Gucci registrar queda nas vendas da marca no terceiro trimestre. A Safran recuou 10,3%, apesar de divulgar crescimento de quase 15% na receita e manter suas projeções anuais.

    Em Estocolmo, a Volvo Car despencou 23,6%, após reportar retração de quase 50% nas vendas na China e ampliar seu plano de cortes de empregos. Em Frankfurt, SAP (-0,5%) e Mercedes-Benz (-1,6%) foram pressionadas, enquanto, em Londres, a Rolls-Royce caiu 7,2%. No setor de semicondutores, ASML (-1,1%), ASM International (-2,3%) e Infineon (-2,8%) cederam.

    O subíndice tech no Stoxx 600 caiu 0,9% Na contramão, petroleiras se beneficiaram do Brent acima de US$ 110 por barril. Eni subiu 6,1% em Milão, enquanto Repsol avançou 4,7% em Madri e Galp ganhou 3,6% em Lisboa, ajudando a sustentar os índices. *Com informações da Dow Jones Newswires ]]>

    Resumo publicado pelo SJX NEWS. O conteúdo integral pertence ao veículo de origem.

    Leia a matéria completa em Money Times →