Brasil anuncia abertura de mercado de produtos do agro a seis países
O Brasil obteve autorização para exportar novos produtos agropecuários para Argentina, Egito, Marrocos, Peru, Quênia e Singapura. As liberações ampliam o acesso de mercadorias brasileiras a seis mercados internacionais e contemplam diferentes segmentos do agronegócio, desde sementes e produtos de origem animal até insumos destinados à alimentação animal. Na Argentina, a autorização permite a exportação de sementes de crotalária, espécie utilizada principalmente como planta de cobertura e adubação verde em sistemas agrícolas.
O cultivo pode contribuir para a proteção do solo, a ciclagem de nutrientes e o manejo de áreas agrícolas. O Peru autorizou a entrada de sementes de feijão-mungo, coentro e couro equino. A liberação abrange tanto produtos vegetais destinados ao cultivo quanto um produto de origem animal utilizado na indústria do couro, ampliando as possibilidades comerciais brasileiras em diferentes cadeias produtivas.
Leia Mais Exportações do agro crescem 11,4% em agosto, puxadas por soja e café Busca por novos mercados vira estratégia de comércio permanente no agro Exportação do agronegócio do RS cresce 10% em setembro, para US$ 1,86 bi No Egito, a abertura contempla aves de criação destinadas a fins ornamentais. A autorização cria uma possibilidade adicional de comercialização para criadores e exportadores brasileiros que atuam nesse segmento. O Marrocos, por sua vez, autorizou a importação de bubalinos vivos para abate.
Os animais poderão ser destinados ao mercado marroquino conforme as exigências sanitárias e os procedimentos estabelecidos pelas autoridades competentes. No Quênia, a liberação envolve ingredientes hemoderivados e palatabilizantes sem proteínas de ruminantes destinados à alimentação animal . Esses componentes podem ser utilizados na fabricação de produtos para nutrição animal, conforme sua finalidade e as especificações aplicáveis.
A autorização contempla insumos cuja composição atende à condição estabelecida pelo mercado queniano quanto à ausência de proteínas de ruminantes. Singapura também autorizou a importação de soro fetal bovino, produto utilizado em aplicações laboratoriais e biotecnológicas, incluindo o cultivo de células em pesquisas e processos de desenvolvimento. ]]>
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