Brasil cria 165,8 mil postos de trabalho em agosto, aponta Caged
827 postos de trabalho com carteira assinada foram abertos em agosto. O indicador mede a diferença entre contratações e demissões. 568 empregos.
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A criação de empregos subiu 7,2% em comparação a agosto do ano passado, pressionada pelos juros altos e pela desaceleração da economia. 683 postos de trabalho, nos dados com ajuste, que consideram declarações entregues em atraso pelos empregadores. Em relação aos meses de agosto desde 2020, no entanto, esse é o segundo resultado mais baixo da série, só perdendo para o mesmo mês do ano passado.
A mudança da metodologia no Caged impede a comparação com anos anteriores a 2020. 881 (oito meses de 2025). Os dados trazem ajustes, quando o Ministério do Trabalho registra declarações entregues fora do prazo pelos empregadores e retifica os dados de meses anteriores.
Setores Na divisão por ramos de atividade, todos os cinco setores pesquisados criaram empregos formais em agosto. 452; Tradicionalmente, o mês de agosto é fraco para a agropecuária, por causa do início de plantio. No entanto, marca o pico da atividade industrial, com as fábricas começando a produzir para o Natal.
416 postos formais. 142 vagas. 819 postos.
415 empregos formais. 396 postos. 845).
Regiões e estados Todas as cinco regiões registraram abertura de vagas formais em agosto. 699. Na divisão por unidades da Federação, 24 registraram saldo positivo e três demitiram mais do que contrataram.
428). 611), Rondônia (-923) e Espírito Santo (-287). Segundo o Ministério do Trabalho e Emprego, no Espírito Santo, as demissões decorrem do fim da safra de café.
Em Rondônia, estão relacionadas à indústria alimentícia. No Rio Grande do Sul, concentraram-se na indústria do fumo e no comércio. 410,74.
386,43). 696, alta de 1% em relação a julho e de 1,02% em relação ao mesmo mês do ano passado.
Resumo publicado pelo SJX NEWS. O conteúdo integral pertence ao veículo de origem.
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