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    Brasil Registra Safra Histórica de Maçã e Quase Quadruplica Exportações. Veja os Destaques do AgroRound
    Forbes Brasil·23 de out., 18:19

    Brasil Registra Safra Histórica de Maçã e Quase Quadruplica Exportações. Veja os Destaques do AgroRound

    Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo. O Brasil alcançou a maior produção de maçã de sua história na safra 2025/26, com aproximadamente 1,6 milhão de toneladas, segundo a Associação Brasileira de Produtores de Maçã (ABPM). O volume quase dobrou em relação às duas temporadas anteriores, que registraram cerca de 850 mil toneladas, e superou o recorde de 1,3 milhão de toneladas, alcançado em 2017.

    A maior oferta também contribuiu para a redução dos preços no mercado interno, ampliando o acesso dos consumidores à fruta. “A safra 2025/26 foi a maior da nossa história, com um volume expressivo de produção e frutos de excelente qualidade. Esse resultado demonstra o potencial da cadeia brasileira da maçã, que reúne tecnologia de ponta, elevado conhecimento técnico e capacidade de produzir frutos de alta qualidade”, afirma o diretor executivo da ABPM, Moisés Lopes de Albuquerque.

    As exportações cresceram de 13 mil toneladas em 2025 para 48,6 mil toneladas em 2026, com receita de US$ 49,6 milhões. A Índia liderou as compras, com 18,1 mil toneladas, seguida pela Arábia Saudita, com 10,1 mil toneladas. Apesar do avanço, os embarques ficaram abaixo da projeção de 100 mil toneladas da ABPM, em razão de entraves comerciais e logísticos ligados ao conflito no Oriente Médio.

    Rio Grande do Sul e Santa Catarina concentraram a maior parte da produção nacional. Para a safra 2026/27, as condições iniciais são positivas, com inverno favorável e florada abundante. A colheita das variedades Gala e Fuji está prevista para o início de 2027.

    Diante da elevada capacidade produtiva, a abertura de mercados como México e Malásia também ganha importância para diversificar destinos, ampliar as vendas externas e equilibrar a oferta nacional. 376/26. Do montante contabilizado nesta quinta-feira (22), R$ 3,9 bilhões correspondem a contratos já despachados, R$ 6,1 bilhões estão na fase final de contratação e R$ 6 bilhões passam por verificação documental em agências de todo o país.

    A instituição planeja utilizar integralmente os R$ 12,4 bilhões em recursos equalizados destinados ao banco e aportar fundos próprios para ultrapassar R$ 20 bilhões em renegociações até 12 de novembro, data em que encerra a vigência da medida provisória. Gilson Bittencourt, vice-presidente de Agronegócios do BB, orienta que produtores inadimplentes procurem o banco para reorganizar sua situação financeira e recuperar o acesso ao crédito rural. Bioo assina primeiro contrato de venda de CGOBs com comprador europeu A Bioo, produtora de biometano a partir de resíduos agroindustriais, assinou um contrato vinculante de compra e venda de Certificados de Garantia de Origem de Biometano (CGOBs) com um comprador europeu.

    A operação representa o primeiro contrato do novo instrumento publicamente divulgado no país, com previsão de entrega dos certificados até o fim deste ano. A companhia tem entre seus acionistas a Flying Rivers, a Sebigas Cótica e a BNDESPAR. Os certificados negociados atendem ao mercado voluntário europeu e são respaldados pelo mecanismo criado pela Lei do Combustível do Futuro.

    A modalidade permite comercializar o atributo ambiental do biocombustível de forma separada da molécula física. Com a meta do CNPE fixada em 0,5% para 2026, correspondente a 181,7 milhões de m³ ao ano, o mercado de CGOBs pode movimentar R$ 4 bilhões anualmente. A conclusão do negócio aguarda a aprovação de auditorias e a ativação do sistema de lastro por notas fiscais pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

    A expectativa das empresas é finalizar as etapas operacionais a tempo de realizar a entrega dos ativos no encerramento deste exercício. Federarroz alerta para alienação fiduciária e risco à safra em contratos de crédito Paulo Rossi/Divulgação Arroz em casca A Federação das Associações de Arrozeiros do Estado do Rio Grande do Sul (Federarroz) alertou os produtores rurais para a substituição da Cédula Rural Pignoratícia por Cédulas de Crédito Bancário com alienação fiduciária da produção. Segundo o Departamento Jurídico da entidade, a mudança identificada em diversos financiamentos transfere a propriedade dos grãos ao agente financeiro.

    Em caso de inadimplência, a instituição credora pode se apropriar da safra via Cartório de Registro de Títulos e Documentos e vendê-la a terceiros sem ação judicial, leilão ou avaliação prévia. A entidade orienta os agricultores a revisarem as cláusulas de garantias antes de assinar os contratos de financiamento agrícola. Em nota assinada pela diretoria, a Federarroz informou que mantém suporte aos produtores para esclarecer as implicações jurídicas dessas operações.

    GeoIA desenvolve IA para evitar pisoteio na cana e reduzir perdas de R$ 110 mil por safra A agtech brasileira GeoIA criou um sistema baseado em inteligência artificial e imagens de drones que mapeia as linhas de cultivo de cana-de-açúcar para guiar colheitadeiras e evitar o pisoteio das soqueiras. A tecnologia gera rotas de navegação enviadas ao computador de bordo dos tratores, eliminando desvios mecânicos que geram prejuízos superiores a R$ 110 mil a cada safra em áreas de 30 hectares, ao evitar a perda estimada de 732 toneladas de matéria-prima por corte. A solução da empresa, nascida na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), corrige falhas de sistemas tradicionais que registraram erro médio de desvio de rota de 26 centímetros em testes com 650 mil medições de campo.

    Adotada por grupos como Raízen, São Martinho, Tereos e Adecoagro, a plataforma processa os dados de voo em menos de 24 horas para estruturar a navegação autônoma e identificar falhas no plantio. Pinus completa 120 anos no Brasil com Santa Catarina liderando cultivo de 714 mil hectares Divulgação Pinus completa 120 anos no Brasil com Santa Catarina na liderança do cultivo Santa Catarina lidera a área cultivada de pinus no Brasil com cerca de 714 mil hectares em 2024, de acordo com o Anuário Estatístico de Base Florestal da Associação Catarinense de Empresas Florestais (ACR). A cultura celebra 120 anos de introdução no país em 2026, com a região Sul concentrando 89% dos plantios nacionais, o equivalente a 1,7 milhão de hectares distribuídos entre o estado catarinense, Paraná e Rio Grande do Sul.

    A cadeia florestal de Santa Catarina soma 103,3 mil postos de trabalho e 11,4 mil empresas, registrando produtividade média de 35,3 metros cúbicos por hectare ao ano em 2024 entre as associadas da ACR. Para marcar o marco histórico, entidades setoriais como ACR, Apre Florestas, Ageflor e Abimci lançaram uma campanha nacional para divulgar as aplicações industriais da matéria-prima e o avanço das técnicas de manejo do setor. com aos sócios-fundadores Leandro Silva e Cristiane Tibola.

    A operação encerra um ciclo de investimento iniciado em 2020 na agtech de biocontrole, sediada em Piracicaba (SP). As gestoras realizaram a saída de forma coordenada e os termos financeiros do negócio permanecem confidenciais. A KPTL atuou via fundo FIP Finep Startup 1, enquanto a WBGI apoiou a estruturação operacional e comercial da empresa.

    O desinvestimento ocorre em meio ao avanço do setor de bioinsumos no Brasil, que movimentou R$ 4,35 bilhões na safra 2024/25. Com a transação, os fundadores reassumem o controle total do negócio, enquanto as gestoras redirecionam recursos para novas startups de base científica voltadas ao agronegócio. 385 hectares de macieiras no ciclo 2026/27.

    A operação reúne 27 fornecedores apícolas e registra um crescimento de 17% no volume de colmeias em relação ao ano anterior, quando a empresa utilizou 5,5 mil caixas e 300 milhões de insetos. A estrutura busca assegurar o pegamento das flores e a formação uniforme dos frutos durante a florada. “A polinização é uma etapa essencial para o potencial produtivo e para a qualidade das maçãs.

    A decisão de trabalhar com um número expressivo de colmeias integra o planejamento técnico e busca assegurar uma polinização eficiente”, afirma Celso Zancan, diretor da Rasip Agro. O manejo nos pomares em Vacaria (RS) segue o calendário do florescimento e antecede as etapas de desenvolvimento do cultivo. NOVA celebra cinco anos no Brasil e projeta faturamento de R$ 600 milhões até 2036 Divulgação Sede da empresa na Argentina A multinacional argentina NOVA completa cinco anos de operações no Brasil com um plano de expansão focado no mercado de biotecnologia e nutrição vegetal.

    A companhia prevê alcançar um faturamento de R$ 600 milhões no país em uma década, ancorada na ampliação da rede comercial e na oferta de bioinsumos. Com faturamento anual de US$ 110 milhões na Argentina, a empresa posiciona o mercado brasileiro como o seu principal eixo de desenvolvimento global. A estratégia da empresa contempla a implantação de uma estrutura industrial local nos próximos quatro anos para a fabricação de fertilizantes foliares e adjuvantes, além de parcerias com grupos industriais brasileiros para o segmento de biológicos.

    A partir de sua sede em Londrina (PR) e de centros logísticos no Centro-Oeste e Norte, a NOVA acelera agora a expansão das vendas no Paraná e em São Paulo. Agropalma cria sistema de IA para monitorar clima e combate a incêndios A Agropalma criou um Sistema de Informação Geográfica (SIG/GIS) proprietário para monitorar condições climáticas e mapear focos de calor na Região Norte. Desenvolvida com inteligência artificial sobre a tecnologia ArcGIS, a plataforma cruza dados do INPE e da NASA para emitir boletins diários de risco e direcionar brigadas de combate a incêndios.

    A estrutura cobre as operações da empresa e uma raio de cinco quilômetros no entorno de suas propriedades no Pará, alcançando 445 agricultores familiares e 64 produtores integrados. A tecnologia utiliza painéis interativos com classificação de risco em quatro níveis de cores para calcular a proximidade do fogo e evitar deslocamentos desnecessários de equipes. A solução substitui plataformas padronizadas para eliminar falsos alertas e apoiar o cumprimento das diretrizes de sustentabilidade da certificação RSPO.

    A próxima etapa do projeto prevê a integração de aplicativos móveis para traçar rotas automáticas a caminhões-pipa e indicar pontos de captação de água em tempo real. COI discute estabilidade produtiva e fiscalização de azeite em visita ao Brasil Divulgação Comitiva do Conselho Oleícola Internacional (COI) em visita a propriedades no Sul do Brasil A estabilidade da safra nacional de azeite e o rigor no controle de qualidade dos produtos importados pautaram a terceira visita consecutiva do Conselho Oleícola Internacional (COI) ao Brasil. A missão percorreu pomares e lagares em Bagé e Canguçu (RS) para avaliar os sistemas locais de produção e avançar nas negociações para a adesão formal do país ao organismo multinacional.

    O mercado brasileiro figura entre os maiores importadores globais da commodity. O presidente do Instituto Brasileiro de Olivicultura (Ibraoliva), Flávio Obino Filho, afirma que a entidade atua junto ao Ministério da Agricultura para combater a entrada de azeites de baixa qualidade rotulados indevidamente como extravirgens. A programação do COI incluiu encontros em Porto Alegre e capacitação de analistas sensoriais para reforçar painéis técnicos de fiscalização.

    A campanha internacional de promoção do produto no país segue até 2027. O post Brasil R

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