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    Campanha de Flávio liga fake news da padroeira a criador de Dilma Bolada
    Poder360·27 de set., 20:35

    Campanha de Flávio liga fake news da padroeira a criador de Dilma Bolada

    A campanha do candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro, apontou o publicitário Jeferson de Oliveira Monteiro, criador do perfil Dilma Bolada , como responsável pela 1ª publicação que deu início a uma ação coordenada para associar o senado à informação falsa de que ele pretendia retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de Padroeira do Brasil. Eis a íntegra (PDF – 483 kB), A notícia-crime apresentada à Procuradoria-Geral Eleitoral cita 29 perfis, entre eles @jeferson, perfil pessoal de Monteiro no X (antigo Twitter), e pede a abertura de inquérito para apurar eventual crime eleitoral. 2026).

    Disse que católico não vota “ em nenhum Bolsonaro e nem em nenhum candidato que queira retirar o título de Nossa Senhora Aparecida de Padroeira e Rainha do Brasil ”. Flávio Bolsonaro jamais apresentou tal proposta. A ideia constou em um projeto de lei apresentado pelo então deputado federal Professor Victório Galli.

    A proposta trocava a expressão “ Padroeira do Brasil ” por “ Padroeira dos brasileiros católicos apostólicos romanos ”. Foi rejeitada pela Comissão de Educação e Cultura da Câmara e posteriormente arquivada. Flávio, à época deputado estadual no Rio de Janeiro, não participou da apresentação nem da tramitação do texto no Congresso.

    Segundo a notícia-crime, 6 minutos depois da 1ª publicação, o perfil @waglegal10 afirmou que, se eleito, Flávio sofreria uma “f orte cobrança ” de grupos evangélicos para retirar de Nossa Senhora Aparecida o posto oficial de padroeira. Depois, o perfil @Danilod60131018 respondeu à publicação com uma imagem produzida por inteligência artificial que afirmava que Flávio estava articulando a retirada do título. Cinco minutos depois, a mesma conta publicou novamente a imagem, acompanhada da frase “se isso aqui for verdade, é estarrecedor.

    Católicos não permitam isso” . A defesa contabiliza 4 publicações feitas pelas contas @jeferson, @waglegal10 e @Danilod60131018 naquela noite e sustenta que o curto intervalo entre elas seria indicativo de uma ação estruturada, e não de uma disseminação espontânea. Com exceção da conta de Jeferson, os outros perfis mencionados estão fora do ar.

    A captura de tela da última publicação do usuário @Danilod60131018 não foi incluída na notícia-crime. Mencionado pela campanha do candidato do PL, Jeferson criou em 2010 a personagem Dilma Bolada , perfil satírico da então presidente Dilma Rousseff, que soma mais de 2 milhões de seguidores no Facebook, Instagram e X. Trabalhou com campanhas políticas, projetos culturais e produção de conteúdo digital e foi assessor de comunicação digital do ex-prefeito do Rio Eduardo Paes.

    Em 2023, teve uma passagem pela EBC (Empresa Brasil de Comunicação), onde ocupou uma gerência ligada à produção e programação de conteúdo. A circulação da informação falsa aumentou no dia seguinte. set), que “ tem um movimento na Igreja Católica de reação a uma parcela de evangélicos que está mobilizando um projeto de lei para tirar Nossa Senhora Aparecida da condição de padroeira ”.

    A informação foi corrigida pela GloboNews na madrugada do dia seguinte. A emissora pediu desculpas. JEFERSON NEGA Jeferson Monteiro foi procurado pelo Poder360 via Instagram , mas não respondeu até a data de publicação desta reportagem.

    Contudo, o comunicador se pronunciou nas redes sociais sobre o tema. Paulo sobre mesmo assunto. Além da postagem mencionada pela campanha de Flávio, Jeferson associou o candidato à proposta falsa em duas outras ocasiões.

    Na madrugada do dia 24, escreveu que “ no berço do bolsonarismo ” traficantes evangélicos mandam fechar igrejas católicas. E completou: “ Nenhum Bolsonaro se manifestou ”, citando notícia em que o líder do TCP (Terceiro Comando Puro) fecha igrejas no Complexo de Israel, comunidade do Rio de Janeiro. set) uma decisão de André Mendonça que havia determinado a suspensão de uma publicação específica do humorista Antônio Tabet.

    O post dizia que uma “ família miliciana ” teria resolvido atacar Nossa Senhora Aparecida, mas não mencionava nominalmente Flávio Bolsonaro. Dino afirmou que não havia, naquele estágio do processo, grau suficiente de certeza sobre a ilicitude para justificar uma restrição à liberdade de expressão. A decisão de Dino não declarou verdadeira a informação de que Flávio pretenda retirar o título de padroeira.

    Ela analisou a situação específica da publicação de Tabet e os limites da ordem de remoção. Mendonça havia determinado anteriormente que X, Facebook, Instagram, TikTok e YouTube retirassem conteúdos que afirmassem que Flávio ou integrantes de sua família propuseram, apoiaram ou pretendiam promover a mudança, classificação considerada pelo ministro do TSE como “ notoriamente inverídica ”. set).

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    Resumo publicado pelo SJX NEWS. O conteúdo integral pertence ao veículo de origem.

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