Carlos visita Bolsonaro e reforça apoio a Marinho para presidir Senado
2026) o apoio à candidatura de Rogério Marinho (PL-RN) à presidência do Senado. A declaração foi feita em um vídeo publicado depois de uma visita ao pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que cumpre prisão domiciliar . Na gravação, Carlos também relatou que o pai voltou a ter crises de soluço e disse estar preocupado com sua saúde.
Segundo Carlos, as crises retornaram depois dos acontecimentos relacionados ao 2º turno das eleições presidenciais. O senador eleito também afirmou que Bolsonaro sente “muita saudade” dos filhos Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e Eduardo Bolsonaro (PL-SP). Ambos estão nos Estados Unidos.
Carlos disse que evitaria falar de política por ter “medo do que podem fazer” com Bolsonaro. Citou a saída de Flávio e Eduardo do Brasil e as prisões relacionadas aos atos de 8 de Janeiro . Ao comentar a saúde do pai, Carlos afirmou estar preocupado com seu estado psicológico, ao qual atribuiu o retorno das crises de soluço.
Disse também estar assustado com o “crescimento de sua barriga e o emagrecimento” . Bolsonaro enfrenta problemas de saúde desde que foi esfaqueado em 2018, quando sofreu uma lesão intestinal e precisou passar por cirurgias de emergência. Leia mais sobre o episódio .
2027, data da posse dos senadores eleitos em 2026. O PL pretende lançar Rogério Marinho (PL-RN) como candidato ao comando da Casa. O atual presidente, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), tentará a reeleição.
“A gente tem uma eleição do Senado agora, nosso candidato Rogério Marinho, e a gente vai seguir essa linha para que a gente possa defender minimamente tudo aquilo que a gente acredita, tudo aquilo que a gente prometeu para vocês. A luta vai continuar. Vamos nessa” , declarou.
out), Flávio fugiu do Brasil para os EUA, acompanhado da mulher e das duas filhas adolescentes do casal, por se sentir ameaçado com eventuais decisões do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal . 041 votos (48,21%) de Flávio. O magistrado avalizou o pedido da PF para apreender os documentos de Flávio e proibi-lo de sair do país.
Leia a linha do tempo do caso aqui . Já Eduardo vive autoexilado nos EUA desde fevereiro de 2025. Afirma ser alvo de “perseguição política” e diz que a situação também atinge sua família.
Desde então, perdeu o mandato na Câmara dos Deputados por faltas e foi demitido do cargo de escrivão da PF. Eduardo foi condenado pelo STF por sua atuação nos EUA para pressionar ministros da Corte durante o julgamento da ação penal contra Bolsonaro por tentativa de golpe de Estado. Um mandado de prisão contra ele já foi expedido por Moraes.
]]>
Resumo publicado pelo SJX NEWS. O conteúdo integral pertence ao veículo de origem.
Leia a matéria completa em Poder360 →
