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    Poder360·24 de set., 21:37

    Chevron tem um futuro planejado para o Brasil, diz executiva

    A Chevron tem planos de manter e ampliar seus investimentos em exploração de petróleo e gás no Brasil, segundo a presidente da companhia para exploração na América do Sul, Patrícia Pradal. e , evento de energia promovido pelo IBP (Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis), no Rio de Janeiro. “ Agora temos 6 vezes a área que tínhamos há 2 anos.

    Isso mostra por si só que a Chevron tem um futuro planejado para o Brasil ”, afirmou Pradal. A executiva disse que a companhia voltou a priorizar a exploração em sua estratégia global e passou a adquirir novas áreas no Brasil nos últimos anos. Segundo ela, a expansão do portfólio demonstra a intenção da Chevron de manter uma frente contínua de investimentos no país, embora não tenha informado um valor total previsto.

    Pradal também citou uma nova campanha de aquisição de dados sísmicos na região do Amapá, que, segundo ela, deve durar mais de 400 dias. O levantamento servirá para ampliar o conhecimento geológico das áreas exploratórias da companhia. PORTFÓLIO EXPLORATÓRIO Hoje, o portfólio exploratório da Chevron no Brasil reúne 26 blocos: 15 na Bacia de Pelotas, 2 na Bacia de Campos e 9 na Bacia da Foz do Amazonas.

    Esses últimos foram adquiridos no 5º Ciclo da Oferta Permanente de Concessão, realizado pela ANP (Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis) em 2025. A companhia é operadora em parceria com a chinesa CNPC. Em 6 deles, detém participação de 65%; nos outros 3, de 50%.

    Os blocos da Foz do Amazonas fazem parte da Margem Equatorial, fronteira exploratória que se estende pelo litoral do Amapá ao Rio Grande do Norte. A Petrobras já encontrou petróleo na região, no poço Morpho, que ainda está sendo perfurado. O setor aguarda o dimensionamento das reservas encontradas pela Petrobras –e a possível viabilidade comercial do projeto– para alocar capital na região.

    Apesar do aumento da exposição ao Brasil, Pradal afirmou que a competitividade dos projetos também depende das condições regulatórias e ambientais. A executiva disse que os processos de licenciamento no país têm gargalos e, em alguns casos, levam mais tempo do que as companhias consideram adequado, o que reduz a previsibilidade necessária. Segundo ela, a previsibilidade não é relevante só para as petroleiras, mas também para fornecedores de equipamentos e serviços, que precisam antecipar demanda e capacidade.

    Pradal defendeu ainda a continuidade de rodadas anuais de oferta de blocos por parte da ANP (Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis) para manter uma oferta regular de novas áreas exploratórias e permitir o planejamento de longo prazo. O jornalista viajou ao Rio a convite do IBP. ]]>

    Resumo publicado pelo SJX NEWS. O conteúdo integral pertence ao veículo de origem.

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