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    Poder360·27 de set., 14:23

    Cidadãos espanhóis protestam contra Sánchez por crise em Ceuta

    2026) no centro de Madri, capital da Espanha, contra a gestão do governo espanhol na crise migratória de Ceuta. Manifestantes exigiram eleições gerais antecipadas e responsabilizaram o primeiro-ministro Pedro Sánchez (Psoe, esquerda) por falha na proteção das fronteiras do país. A delegação do governo em Madri, comandada pelo Partido Popular (PP), estimou a participação em 20 mil pessoas.

    O ato foi organizado pela plataforma Sociedade Civil Espanhola , ligada à direita, com apoio do PP e do Vox, que defendem medidas mais rígidas de controle da imigração. 000 migrantes vindos do Marrocos a Ceuta, enclave espanhol no norte da África, nos dias 30 e 31 de julho de 2026. A maioria retornou ao Marrocos horas depois da chegada, mas milhares permaneceram em Ceuta por semanas, dormindo nas ruas e sobrecarregando os recursos da cidade, que enfrentou uma crise humanitária.

    O ATO Os manifestantes percorreram o centro da capital espanhola, agitando bandeiras da Espanha. O manifesto divulgado pelos organizadores exige: eleições gerais antes de 15 de novembro de 2026; retorno ao Marrocos de todos os migrantes que entraram em Ceuta; abertura de processo contra Sánchez por “traição” . Pelo calendário eleitoral espanhol, as próximas eleições gerais devem ser feitas até agosto de 2027.

    Não há data estabelecida. RESPOSTA Desde o início da crise, o governo de Sánchez adotou uma série de medidas, como a ampliação da capacidade dos centros de acolhimento temporário em Ceuta, o envio de policiais e militares ao território e o aumento do financiamento ao governo da cidade autônoma. Grupos locais e partidos de oposição, porém, classificam as ações como insuficientes.

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