Cola eleitoral 2026: como fazer, o que pode levar e o que fica proibido na cabine
Nas eleições 2026 , o eleitor brasileiro tem que escolher deputado federal, deputado estadual ou distrital, dois senadores, governador e presidente , cada um com uma quantidade diferente de números, e depois de digitar precisa conferir o nome na tela antes de confirmar. Votar em seis cargos de uma única vez, sem poder conferir os números na cabine de votação, pode gerar dúvidas. Um recurso, não só permitido como incentivado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), é o uso de uma cola eleitoral, um papel com as escolhas anotadas, organizado na ordem exata da votação.
Como fazer a cola eleitoral O próprio TSE disponibiliza um modelo pronto para impressão , com espaço para preencher as informações de cada candidato na sequência da urna . Escrever o nome ao lado do número funciona como uma conferência extra, útil para quem tem pressa na hora de digitar e prefere não depender só da memória. O site da Justiça Eleitoral tem também um simulador de votação , que permite treinar antes do primeiro turno, que acontece em 4 de outubro , e do segundo, previsto para 25 de do mesmo mês.
Leia também Economia Como consultar zona eleitoral e seção de votação nas eleições 2026 Economia O que acontece com quem não votar nas Eleições 2026? A ordem de votação na urna Para quem preferir fazer a cola eleitoral em casa, mesmo à mão, vale seguir a ordem em que os candidatos aparecem na tela e anotar os números nessa sequência. Cargo Dígitos Deputado federal 4 Deputado estadual ou distrital 5 Senador (1ª vaga) 3 Senador (2ª vaga) 3 Governador 2 Presidente 2 O que é proibido na cabine A cola eleitoral só pode existir em papel.
Celular está proibido dentro da cabine de votação, mesmo desligado, e precisa ser entregue ao mesário antes de entrar, não apenas guardado no bolso. A mesma restrição vale para câmeras fotográficas, filmadoras e qualquer equipamento de radiocomunicação capaz de comprometer o sigilo do voto. A regra estabelecida para as eleições busca garantir que a escolha seja secreta e impedir que o voto seja registrado, transmitido ou divulgado.
A medida também ajuda a evitar práticas como a compra de votos, em que a pessoa é obrigada a apresentar uma espécie de prova da opção escolhida. Quem se recusa a responder se está com celular, ou a entregá-lo, fica impedido de votar, e os mesários podem acionar a polícia para registrar o ocorrido. Documentos e identificação Além da cola eleitoral, é bom já decidir qual documento de identificação levar no dia 4 de outubro.
Para se identificar na seção eleitoral, basta o eleitor apresentar um documento oficial com foto: RG, CNH, passaporte ou carteira de categoria profissional, por exemplo. O título de papel ficou para trás, não é mais exigido, e mesmo um documento vencido continua servindo, desde que a foto ainda permita reconhecer o eleitor. Duas exceções para não esquecer: certidões de nascimento e de casamento nunca são aceitas como identificação .
Além disso, a Carteira de Trabalho Digital, apesar de ser documento oficial com foto, também fica de fora dessa lista aceita pela Justiça Eleitoral. e-título Quem prefere levar só o celular pode contar com o e-Título , que substitui qualquer um desses documentos, mas ele só é aceito quando mostra a foto na tela. Vale a pena baixar e atualizar o aplicativo com antecedência, porque o download fica suspenso no dia da eleição, e quem deixa para a última hora corre o risco de chegar à seção sem essa opção disponível.
Resumo rápido das eleições 2026 1º turno 4 de outubro (domingo) 2º turno 25 de outubro (domingo), se houver Horário de votação 8h às 17h, horário de Brasília Documento necessário Original com foto (físico ou digital) ou e-Título com foto O que não pode levar Celular, câmera ou qualquer equipamento eletrônico na cabine ]]>
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