Crédito no Brasil atinge R$ 7,4 trilhões em agosto, diz Banco Central
2026). Eis a íntegra (PDF – 442 kB). No mês, o crédito para pessoas jurídicas recuou 0,1%, para R$ 2,7 trilhões.
Já o crédito para pessoas físicas cresceu 0,8%, totalizando R$ 4,7 trilhões. Em 12 meses, o crédito total cresceu 9,2% (ante 9,3% nos 12 meses até julho), com altas de 7,1% no crédito às pessoas jurídicas (7,3% no mês anterior) e de 10,5% no crédito às pessoas físicas (10,6% no mês anterior). O estoque de crédito com recursos livres alcançou R$ 4,1 trilhões em agosto, com aumento de 0,2% no mês e de 6,5% em 12 meses.
No segmento destinado às empresas, o saldo recuou 0,6% no mês e avançou 0,5% em 12 meses, somando R$1,6 trilhão. Já o crédito livre para pessoas físicas totalizou R$ 2,6 trilhões, com altas de 0,8% no mês e de 10,5% em 12 meses. Segundo o BC, foram determinantes os incrementos em aquisição de veículos, cartão de crédito rotativo e crédito pessoal consignado para trabalhadores do setor privado.
A taxa média de juros das concessões foi de 32,3% ao ano em agosto, com altas de 0,2 pontos percentuais no mês. a. p.
p. em 12 meses. p.
p. a. ).
p. p. em 12 meses, prevalecendo o efeito da variação da composição das carteiras (efeito saldo) em agosto.
). O saldo do crédito ampliado ao setor não financeiro alcançou R$ 22,0 trilhões (164,9% do Produto Interno Bruto) em agosto –avanço mensal de 0,6%. Em 12 meses, o crescimento foi de 11,3%, destacando-se os crescimentos de 13,9% em títulos públicos, 9,1% em empréstimos do SFN, 15,9% em títulos privados de dívida e 18,3% em títulos de dívida securitizados.
O crédito ampliado às empresas ficou em R$ 7,3 trilhões em agosto (54,6% do PIB), avanço de 1,1% no mês. Em 12 meses, a expansão de 8,7% foi impulsionada pelos crescimentos de 15,9% nos títulos privados de dívida, 16,5% nos títulos de dívida securitizados e 7,1% nos empréstimos do SFN. p.
p. em 12 meses. Nas operações com pessoas jurídicas, a inadimplência manteve-se estável: 3,3%.
p. no mês, situando-se em 6%. p.
, respectivamente. p. p.
em 12 meses. p. p.
p. p. em 12 meses, ficando em 8,0%.
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