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    Poder360·26 de set., 12:00

    Curitiba lidera ranking de capitais preparadas para buscar empréstimos

    Curitiba lidera, com 97 de 100 pontos, o ranking de prontidão das capitais brasileiras para buscar operações de crédito. Entre os indicadores que sustentam o desempenho da capital paranaense estão despesa com pessoal e execução orçamentária. Os dados são do Diagnóstico de Prontidão Municipal , desenvolvido pela Softplan .

    Vitória aparece em 2º lugar, com 95 pontos. Florianópolis e Goiânia dividem a 3ª colocação, com 94 cada. Na outra ponta do levantamento estão Porto Velho, com 69 pontos, Macapá, com 70, e Maceió, com 73.

    data["datawrapper-height"][b]+"px"});   O índice segue metodologia própria da Softplan, inspirada na City Creditworthiness Initiative , do Banco Mundial. O score atribui peso de 40% à saúde fiscal e capacidade de endividamento, 30% ao planejamento e desenvolvimento social e 30% à capacidade de execução e infraestrutura. São consideradas dezenas de indicadores de bases públicas oficiais, como IBGE, Siconfi e CadÚnico .

    Os dados da ferramenta são atualizados em tempo real, com recursos de inteligência artificial . O levantamento usado neste texto foi realizado em 25 de setembro de 2026, às 21h. Nessa fotografia, 19 das 27 capitais têm prontidão considerada “ alta” , com pontuação entre 80 e 100.

    Outras 8 estão na faixa “ média” , entre 60 e 79. Nenhuma capital aparece nas faixas “ inicial ”, de 40 a 59 pontos, ou “ baixa ”, de até 39 pontos. Como o Distrito Federal não é um município, ele não consta na base de Capacidade de Pagamento da Secretaria do Tesouro Nacional.

    Sua capacidade de pagamento é divulgada junto com a dos Estados. Por isso, os dados são considerados insuficientes e Brasília não aparece no ranking. PRONTIDÃO PARA CRÉDITO O conceito de prontidão procura medir se a administração municipal reúne condições fiscais, institucionais e operacionais para iniciar uma operação de financiamento.

    Na dimensão fiscal, por exemplo, entram fatores como receita corrente líquida, endividamento, resultado fiscal, dependência de transferências, regularidade fiscal e capacidade de pagamento. O diagnóstico também considera indicadores sociais e a experiência do município na execução de transferências e projetos anteriores. “Os bancos de fomento não olham exatamente para os projetos que serão desenvolvidos, eles analisam, principalmente, a capacidade do gestor em gerir esse valor da melhor forma possível.

    A solução foi desenvolvida, justamente, para auxiliar o tomador de decisão a entender mais claramente quais são esses critérios e indicar o que precisa ser feito para viabilizar esse empréstimo” , afirma Felipe Corrêa, coordenador e especialista de negócio na Softplan, responsável pela metodologia aplicada ao produto. O momento é de ampliação do espaço para contratação de empréstimos pelos governos subnacionais. Em setembro, o CMN (Conselho Monetário Nacional) elevou em R$ 2 bilhões o limite global anual de operações de crédito para Estados, Distrito Federal e municípios em 2026, de R$ 26,625 bilhões para R$ 28,625 bilhões.

    A mudança ampliou os limites para operações com e sem garantia da União. Para ter acesso ao diagnóstico, basta acessar o site da ferramenta e preencher os dados referentes ao município solicitado. Após o envio das respostas, o painel apresenta os indicadores e detalha os critérios que deram origem à pontuação.

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    Resumo publicado pelo SJX NEWS. O conteúdo integral pertence ao veículo de origem.

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