Deltan diz que ministro que o vetou no TSE é amigo de Moraes
2026), a suspensão de sua campanha ao Senado pelo Paraná à amizade entre o ministro do Supremo Tribunal Federal , Alexandre de Moraes, e o ministro do Tribunal Superior Eleitoral, Floriano de Azevedo Marques. Em vídeo publicado nas redes sociais, Dallagnol criticou a decisão de Floriano e afirmou que a medida ocorreu na mesma semana em que apresentou a candidatos um pedido de impeachment contra Moraes. “Floriano de Azevedo Marques é amigo de Alexandre de Moraes desde os tempos da faculdade.
[…] Sua indicação foi, inclusive, anunciada publicamente pelo próprio Moraes antes do anúncio oficial feito por Lula, que era o responsável pela escolha. E foi justamente o Floriano quem, em decisão individual, em processo sigiloso e sem direito à defesa, determinou a suspensão da minha campanha. Essa decisão contra mim aconteceu coincidentemente na mesma semana em que apresentei para candidatos do Brasil todo um pedido de impeachment contra Alexandre de Moraes” , afirmou.
Assista ao vídeo de Deltan Dallagnol (6min): AMIGOS HÁ 40 ANOS Durante o Congresso Nacional de Direito Público e Controle Externo, realizado pelo Tribunal de Contas do Município de São Paulo, Floriano de Azevedo Marques afirmou ser amigo de Alexandre de Moraes há 40 anos. O evento teve como destaque uma palestra do ministro do Supremo e uma homenagem em reconhecimento à sua trajetória e contribuição ao Estado Democrático de Direito. set), a campanha de Deltan Dallagnol (Novo) ao Senado pelo Paraná.
A decisão atende a uma ação movida pela Coligação Paraná Para Todos e pela Federação Brasil da Esperança, formada por PT, PV e PC do B. A decisão ainda será submetida ao plenário. Eis a íntegra do documento (PDF – 396 kB).
A medida vale até o julgamento definitivo do recurso eleitoral apresentado pelos partidos contra decisão do TRE-PR (Tribunal Regional Eleitoral do Paraná) que, em 9 de setembro, havia liberado o registro de candidatura do ex-deputado federal por 4 votos a 3. Pela decisão, Deltan Dallagnol fica proibido de: receber ou usar recursos do Fundo Partidário e do Fundo Especial de Financiamento de Campanha eventualmente já repassados; veicular propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão; praticar outros atos de campanha, incluindo participação em debates. Dallagnol contestou a liminar, sustentando que o bloqueio viola o artigo 16-A da Lei das Eleições.
Ele comparou a situação à de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em 2018, quando o atual presidente teve autorização para realizar atos eleitorais até a deliberação final. O ex-deputado classificou a medida como um ataque à soberania do eleitorado paranaense e confirmou que vai recorrer. CASO GAROTINHO Semanas antes, o mesmo ministro havia concedido liminar favorável a Anthony Garotinho, garantindo a continuidade de sua campanha e o acesso a recursos públicos, mesmo com o registro barrado pelo TRE-RJ .
Na ocasião, Floriano argumentou que havia controvérsia relevante e que restringir a candidatura antecipadamente causaria danos irreversíveis ao político. ]]>
Resumo publicado pelo SJX NEWS. O conteúdo integral pertence ao veículo de origem.
Leia a matéria completa em Poder360 →
