Depois de 59 Anos, Mercedes-AMG Cria Seu Primeiro SUV do Zero, e Ele É Elétrico
Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo. Durante 59 anos, a AMG construiu sua reputação transformando modelos da Mercedes-Benz em carros de desempenho. Agora, pela primeira vez, a divisão começa um SUV a partir de uma folha em branco — e escolheu a eletrificação para fazer isso.
EA. A decisão marca uma mudança importante: em vez de adaptar um SUV existente, a empresa desenhou carroceria, motores, bateria e sistemas de dinâmica ao redor de uma plataforma concebida desde o início para alto desempenho elétrico. A gama terá três versões: GT 53, GT 55 e GT 63 SUV.
000 Nm. A aceleração de 0 a 100 km/h acontece em 2,7 segundos. O GT 55 também emprega três motores e entrega 816 cv, enquanto o GT 53 utiliza dois motores síncronos, com 544 cv.
Mesmo na configuração de entrada, portanto, o SUV supera a barreira dos 500 cv. Até 700 km de autonomia Mais do que potência, a AMG concentrou boa parte do desenvolvimento em um dos pontos que ainda limitam carros elétricos de alto desempenho: manter rendimento elevado por mais tempo sem superaquecer bateria e motores. O sistema trabalha com arquitetura de 800 volts e pode receber baterias de 106 kWh ou 128 kWh.
Na maior delas, a autonomia chega a 700 km pelo ciclo WLTP. As células cilíndricas recebem refrigeração direta por óleo, solução adotada para manter a temperatura mais uniforme durante acelerações repetidas, uso em pista e recargas rápidas. É também aí que aparece um dos números mais incomuns do projeto.
Com a bateria de 128 kWh, a potência máxima de recarga chega a 710 kW. Em condições ideais, são até 454 km de autonomia recuperados em dez minutos, enquanto a carga de 10% a 80% pode levar cerca de 12 minutos. Na bateria menor, a potência chega a 600 kW.
Um elétrico que quer soar como V8 A mudança de tecnologia não significa que a AMG esteja disposta a abandonar parte da experiência construída em torno dos motores a combustão. O modo AMGFORCE Sport+ reproduz dentro da cabine sons gravados de motores V8 nas versões GT 63 e GT 55 e de seis cilindros no GT 53. Para criar o efeito, a marca usou mais de 100 medições com 16 microfones em carros de referência, incluindo o AMG GT R.
O sistema acompanha aceleração, simula trocas de marcha e utiliza vibrações nos bancos para reforçar a sensação mecânica. Há também sete modos de condução, direção ativa no eixo traseiro e uma nova suspensão chamada AMG Active Ride Control+, capaz de controlar de forma hidráulica os movimentos de inclinação da carroceria sem depender das tradicionais barras estabilizadoras. 695 kg, dependendo da bateria.
O porta-malas oferece 607 litros, além de compartimento dianteiro. 000, em conversão direta). Os pedidos começaram no dia 20 de outubro, enquanto GT 55 e GT 63 chegam na primavera europeia de 2027.
A produção será feita em Sindelfingen, numa fábrica da Mercedes-Benz em operação desde 1915 e adaptada para receber a arquitetura elétrica. Mais do que adicionar outro SUV ao catálogo, o modelo mostra como a AMG pretende transportar para a era elétrica características que durante décadas dependeram de grandes motores a combustão. Desta vez, porém, o ponto de partida não foi um Mercedes transformado pela AMG.
Foi um AMG desde o primeiro desenho. O post Depois de 59 Anos, Mercedes-AMG Cria Seu Primeiro SUV do Zero, e Ele É Elétrico apareceu primeiro em Forbes Brasil . ]]>
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