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    Desemprego fica em 5,3% no trimestre até agosto, menor nível para o período
    CNN Brasil·29 de set., 12:02

    Desemprego fica em 5,3% no trimestre até agosto, menor nível para o período

    A taxa de desemprego no Brasil ficou em 5,3% nos três meses até agosto, menor nível para o período na série iniciada em 2012 e com recorde no número de empregados, em meio a um movimento de acomodação do mercado de trabalho que ainda se mantém resiliente. O resultado ficou abaixo da taxa de 5,6% vista nos três meses imediatamente anteriores, até maio, e igualou o resultado do trimestre até julho, de acordo com os dados divulgados nesta terça-feira (29) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). O resultado ficou em linha com a expectativa em pesquisa da Reuters.

    Leia Mais Saldo das operações de crédito avança 0,5% em agosto e soma R$ 7,4 trilhões Dólar a R$ 5,20: Câmbio deve sofrer forte volatilidade à espera de eleições Inadimplência bate novo recorde em agosto, segundo Banco Central No mesmo período do ano anterior, a taxa de desemprego fora de 5,6%. O mercado de trabalho brasileiro vem se mostrando resiliente e analistas avaliam que a taxa de desemprego deve se manter em níveis baixos para os padrões históricos mesmo com a desaceleração da economia. No segundo trimestre, o crescimento do PIB do Brasil desacelerou a 0,5%, de 1,1% nos três primeiros meses.

    No entanto, um mercado de trabalho forte com renda em níveis altos dificulta o controle da inflação, e a taxa básica de juros segue em nível restritivo, atualmente em 13,75% ao ano. Nos três meses até agosto, o total de ocupados aumentou 0,8% ante o trimestre imediatamente anterior e 1,0% na comparação anual, alcançando 103,477 milhões de pessoas, maior nível da série histórica. Já o número de desempregados caiu 4,6% em relação aos três meses até maio e chegou a 5,784 milhões, o que representa ainda um recuo 4,9% ante o trimestre até agosto de 2025 Os trabalhadores com carteira assinada no setor privado registraram alta de 0,4% na comparação trimestral, enquanto os que não tinham carteira subiram 1,8%.

    641 no mesmo período de 2025. ]]>

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