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    Ditadura climática chega aos tribunais — Parte II
    Revista Oeste·08 de nov., 14:00

    Ditadura climática chega aos tribunais — Parte II

    Na primeira parte deste artigo , comentamos sobre a ação movida por meio do Tribunal Europeu dos Direitos do Homem (TEDH), entidade supranacional, pela ONG Klima Seniorinnen Schweiz (Idosas pela Proteção do Clima) contra o governo da Suíça. O tribunal acabou por condenar o país por “inação ao combate às mudanças climáticas”, dando-o tempo de recorrer da sentença. A Inteligência Climática – Clintel (Climate Intelligence) e a Coalisão CO 2 ( CO 2 Coalition ) ajudaram o governo, apresentando pareceres técnicos para serem utilizados na Corte.

    De qualquer maneira, essa decisão inédita demonstrou um total descaso das autoridades na observância de fatos cruciais sobre a realidade, devidamente discutidos anteriormente, os quais foram ignorados. O dano da decisão é avassalador, pois coloca poderes na mão de embusteiros pseudocientistas, gente não eleita que joga no time da farsa, o controle das ações dos países. É definitivamente uma sentença revolucionária.

    Portanto, claramente de viés esquerdista. ). A sentença também estabeleceu obrigações claras para os Estados, de forma que mantenham “marcos regulatórios climáticos” baseados na “ciência” e com objetivos quantificados (os fraudulentos inventários de carbono, muitos obtidos das consultorias dos embusteiros acadêmicos ou ONGs).

    Aliás, ela também ampliou a “legitimidade” justamente dessas associações nos litígios ambientais, atribuindo-lhes “atuar em nome de interesses coletivos e intergerenciais”. São os novos sovietes , onde novamente membros não eleitos pela sociedade assumem um papel indevido em nome do povo para dizerem aquilo que o sistema corrupto manda fazer, travestindo-o de “democrático”. + Entenda como funciona a política brasileira no guia de Oeste Se isso não bastasse, o tribunal supranacional condenou a “inação judicial interna”, ou seja, exigiu que os tribunais nacionais dos países-membros passem a reconhecer plenamente as “queixas climáticas quando afetem os direitos fundamentais”.

    Volto a perguntar se isso se aplicaria às questões francesas quanto ao controle do consumo de energia para fornecer conforto térmico às pessoas, tanto no inverno, quanto no verão. Acho que não, não é mesmo? Além da fraude da "inação climática" Pior que a fraude da condenação por “inação climática”, foi a inação governamental.

    Segundo comunicado da engenheira e professora Dra. Blanca Parga Landa, embaixadora da Clintel na Espanha, informações importantes para a apresentação do recurso foram enviadas ao funcionário da Suíça que atualmente representa o país junto ao TEDH. Entre elas, houve a citação de que a “Declaração de Perigo”, emitida pelo governo Obama dos EUA, havia sido revogada em 12 de fevereiro de 2026, não declarando mais “mudança climática” como um real problema.

    Desta forma, depois da decisão do TEDH, houve uma janela de seis meses para que o governo apresentasse recurso contra essa sentença e apoio não faltou para que isto acontecesse. v=HvwVtaabN6k A Dra. Blanca, com ajuda dos Drs.

    Erick Vieira e Denis Bednyagin, da Suíça, enviaram cópias deste material ao presidente suíço, bem como a vários ministros e altos funcionários envolvidos na área de energia do governo, ou seja, a inação governamental e seu submisso aceite à decisão foram deliberados, pois o prazo para recorrer venceu em 12 de agosto de 2026 sem que eles dessem qualquer resposta. Isso me fez lembrar as ocasiões em que fui coautor e signatário de cartas enviadas à Presidência e aos ministros do Brasil, junto de outros colegas cientistas, quando alertamos sobre as fraudes climáticas e as armadilhas que elas carregavam, se o país se submetesse ao devaneio coletivo global. De Dilma, em 2012, recebi como resposta recortes do quarto relatório AR4 do IPCC, o Painel Climático, sendo a patetice total realizar uma tréplica com o que acabamos de desmascarar.

    Puro raciocínio circular e apelo à autoridade que refletem bem a “arquitetura cerebral de esquerda”. Durante o governo do presidente Jair Bolsonaro, nova carta foi enviada ao Ministério do Meio Ambiente, mas sequer nos responderam. Assim, dá para entender a frustração da Dra.

    Blanca e colegas da Clintel . Aqui no Brasil, esperemos que com a nova bancada no Congresso Nacional , haja algum movimento consistente de libertação do país desta empulhação ambiental-climática, porque até agora, o posicionamento foi lamentável. Vide aprovação por quase unanimidade dos falaciosos “créditos de carbono”.

    Forçando novas leis Enquanto o governo da Suíça foi omisso, condenando sua população a aceitar normas supranacionais abusivas, totalmente baseadas na fraude climática, na Espanha, a Associação Unidos pela Verdade (Units), sediada em Barcelona, presidida por Brigitte Burchartz, protocolou petição dentro do prazo de recurso na Alta Corte do TEDH. Assessorada pela Dra. Blanca, a petição incorporou a documentação científica com a finalidade de desmentir todos os pontos, um por um, dos argumentos do tribunal supranacional que obriga os Estados a criarem novas leis a fim de mitigarem a “mudança climática”.

    Na Catalunha, paga-se um imposto sobre o CO 2 devido ao uso de veículos automotores por causa da Lei 16/2017, razão pela qual a Units tinha interesse sobre assunto. Veja que este ponto é muito importante na atual conjuntura do Brasil, onde o desgoverno petista quer a todo custo implementar a abjeta “inspeção veicular nacional”, uma forma de aviltamento criada para que o cidadão perca seu bem perante avaliação ambiental-climática, realizada pelo Estado, que nada tem de realista. Esse é outro ponto crucial para ser avaliado pela nova composição do Congresso Nacional, oportunidade esta que deve ser utilizada para enterrar de vez essa questão comunista podre que afeta justamente as pessoas mais pobres.

    v=HN80k1pML5Y Na Espanha, a revogação poderá ser uma realidade. A Dra. Blanca explicou em sua mensagem que antes da decisão do TEDH, as associações não tinham legitimidade para atuar perante o tribunal.

    No entanto, depois dessa decisão, elas passaram a serem as únicas entidades legitimadas a atuar em questões relacionadas às “mudanças climáticas”, conforme alertamos. Isso significa que outras entidades que prezam pela verdadeira liberdade devem se manifestar contra as ONGs. A faca agora corta dos dois lados.

    A importância de que a associação Units recorresse foi fundamental, tendo em vista que o TEDH não reconheceu a legitimidade de cidadãos uti singuli (como indivíduos isoladamente), não admitindo os recursos impetrados por quatro senhoras avós suíças, contra a decisão que explanaram justamente os absurdos ativistas que a ONG das “senhoras pelo clima” trouxeram. Deve ser porque algumas “senhoras” são mais senhoras que outras, vai saber. Assim, dentro de sua petição ao tribunal, a Dra.

    Blanca apresentou suas credenciais como professora titular, responsável em ministrar disciplinas afetadas pela decisão, em razão do seu cargo no serviço público de ensino superior, o que claramente a legitimaria a falar sobre o assunto. Sua preocupação especial diz muito sobre a decisão porque ela não afetará apenas a Suíça, mas todos os países do bloco europeu. Ajudaram na elaboração do documento, com informações importantes, os membros da Coalisão CO 2 como o Prof.

    William Happer, Dr. Albrecht Glatzle, Lord Christopher Monckton, Douglas Pollock, Jim O'Brien, Antonio Lahoz. Os Drs.

    Erick Vieira e Denis Bednyagin, pertencentes à Associação de Realistas Climáticos da Suíça, bem como o presidente da associação, Werner Furrer, também colaboraram na elaboração do recurso. O caso português Antes de encerrar, não poderia deixar de mencionar que essa manobra foi previamente tentada por outros agentes, conhecida como o caso “Duarte Agostinho X Portugal” e os demais 31 países. Na ocasião, seis crianças e jovens portugueses (entre 12 a 24 anos) moveram uma ação monumental contra Portugal e os demais Estados europeus (típica técnica de atacar o mais fraco primeiro, objetivando chegar aos maiores).

    Claro que não foram as “crianças”, pois essas pessoas atuaram como meros fantoches, mas sim, poderosas ONGs financiadas pela escória global. O processo foi motivado devido aos incêndios florestais que ocorreram em 2017 em Portugal. Segundo os proponentes, foi a “inação climática global” que os causou, o que ameaçaria diretamente suas vidas e saúde mental.

    Tal argumento só poderia ter validade se nunca tivesse existido um caso destes antes, fato este, facilmente contestável, afinal, “os jovens” agora acham que podemos deter a expansão sazonal e movimento de anticiclones que marcam a estação de estiagem de seu país? Falta de estudos dá nisso. v=SVdOxrS3GuY Curiosamente, mesmo com a forte mobilização à lá Greta, o TEDH rejeitou o caso por motivos processuais como a falta de esgotamento pelas vias internas, ou seja, pelas próprias regras do TEDH, tais cidadãos deveriam primeiro utilizar dos tribunais de seu próprio país , antes de recorrerem à instância europeia superior.

    Devem estar aprendendo como fazer isto com o péssimo exemplo “adotado” no Brasil. Contudo, para piorar, o TEDH admitiu que o “grupo de jovens” não podia processar governos de outros países fora de Portugal (como França ou Alemanha), pois não existe competência legal direta para estender a responsabilidade territorial desta forma, alegando que uma decisão destas seria uma clara interferência de jurisdição extraterritorial. Assim, quando saiu a sentença do caso suíço, os ativistas portugueses, não há outro nome para “os jovens”, comemoraram como se fosse uma vitória própria.

    Isso mostra que a única coisa que este ataque coordenado de ONGs queria era que, em algum ponto, o tribunal confirmasse que o clima é formalmente um direito humano, para criar o “precedente jurídico” que eles tanto almejavam. Esta “proposta” era algo que já constava na carta de Ottawa, de novembro de 1986, há 40 anos, redigida com a participação de ninguém menos que a norueguesa, Gro Harlem Brundtland. Coincidência?

    Claro que não. Mas o que mudou? A pergunta que ficou foi: o que mudou para que o TEDH alterasse seu posicionamento de forma tão radical?

    Em um momento, alegou a necessidade de se preservar a soberania dos países, admitindo que deveriam aguardar o esgotamento das audiências dos tribunais de instâncias nacionais, para depois avaliarem a questão. De repente, em menos de um ano, mudaram drasticamente de opinião e agiram de forma draconiana sobre um país, pulando todas as etapas, além de restringirem quem poderia se expressar frente aos recursos. Eles simplesmente inverteram os três pontos que defendiam anteriormente.

    A covardia do governo suíço pareceu providencial, não é mesmo? Vejamos que em meados de agosto, depois de ter apresentado o recurso, a Dra. Blanca recebeu uma resposta de um novo funcionário suíço, informando que o governo não iria recorrer da decisão, deixando o país sob a supervisão do TEDH para o cumprimento da sentença.

    Alguns dias depois, esse mesmo funcionário lhe enviou a resposta de forma oficial, em nome do presidente suíço. Essa real inação frente ao engodo causará consequências econômicas e sociais graves, não só ao país, mas a todos na UE e sabemos que o que eles aprovam lá, respinga, ou melhor, vem em enxurrada para cá, país tupiniquim que aceita todas as agendas estúpidas sem pestanejar. Alô, Congresso Nacional.

    Será que vocês vão despertar para 2027? Há coisas muito mais graves para serem resolvidas que apenas limpar o Brasil do lixo esquerdista e colocar o STF no seu devido lugar. Como sempre, aviso dado.

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