Drink da Semana: Macunaíma, o Anti-Herói da Coquetelaria Brasileira
Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo. Se na literatura Macunaíma representa uma das obras fundamentais do modernismo brasileiro, na coquetelaria ela tem outro significado. Em pouco mais de uma década de existência, o drink que leva o nome do primeiro anti-herói nacional, escrito por Mário de Andrade, é recente, mas já é tratado como clássico.
A consagração de norte a sul do país contrasta com o seu nascimento despretensioso. O Boca de Ouro , bar paulistano onde a receita foi inventada, abriu as portas em Pinheiros no ano de 2013 com um foco bem diferente: vender cervejas. Foi no tempo ocioso de um salão ainda em seus primeiros meses de vida que o sócio Arnaldo Hirai começou a fazer testes.
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O Macunaíma tornou-se o campeão absoluto do bar de Hirai, onde é pedido frequentemente para acompanhar os famosos bolovos e picles empanados da casa. Logo, a receita caiu nas graças dos bartenders e hoje é recriada país afora – de bares sofisticados a botecos. No paladar, a bebida é leve, cítrica e altamente refrescante, ideal para dias mais quentes, indica Hirai.
A batida na coqueteleira é o segredo para formar a espuminha no topo, tudo servido no copo baixo, sem firulas e sem gelo. A receita original do Macunaíma Ingredientes 50 ml de Cachaça armazenada em bálsamo 20 ml de Suco de limão tahiti 20 ml de Xarope de açúcar 7 ml de Fernet Branca Modo de preparo Em uma coqueteleira, adicione a cachaça, o suco de limão, o xarope de açúcar e a Fernet Branca. Preencha a coqueteleira com bastante gelo e bata vigorosamente.
Esse shake forte é a etapa fundamental para criar a espuminha natural no topo da bebida. Faça uma coagem simples e sirva em um copo baixo, sem gelo. O post Drink da Semana: Macunaíma, o Anti-Herói da Coquetelaria Brasileira apareceu primeiro em Forbes Brasil .
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