Ebola tem letalidade de 52% na República Democrática do Congo
372 até sexta-feira (30), com uma taxa de letalidade de 51,6%, segundo o relatório oficial mais recente, divulgado neste domingo (1º). 414 casos confirmados de Ebola até 30 de outubro. Um comunicado informou que o aumento expressivo no número de mortes relatadas ocorreu devido a uma revisão retrospectiva dos dados entre a equipe local de processamento de informações e a equipe de gestão do surto na província de Ituri, e não a um aumento repentino de mortes em um único dia.
O surto em andamento, declarado em 15 de maio e causado pelo vírus Ebola Bundibugyo, tornou-se o maior e mais mortal já registrado na República Democrática do Congo e o segundo maior surto de Ebola do mundo, atrás apenas da epidemia de 2014 a 2016 na África Ocidental. Leia Mais OMS afirma que não foi informada que paciente com Ebola foi ao Congo Paciente com ebola na Nigéria não viajou ao Congo, diz governo Quênia confirma primeiro caso de ebola vindo do Congo; paciente morreu Vírus chegou à Nigéria As autoridades de saúde da Nigéria estão investigando dois casos suspeitos de Ebola na região nordeste do país, informou neste sábado o Centro de Controle e Prevenção de Doenças da Nigéria. As duas pessoas foram isoladas enquanto as autoridades realizam a identificação e o registro de contatos, além de exames laboratoriais, informaram as autoridades em uma publicação na rede social X.
Os casos continuam sendo suspeitos e a confirmação depende dos resultados laboratoriais, acrescentou a publicação. A Nigéria confirmou na semana passada seu primeiro caso de Ebola em mais de uma década , em uma mulher suíça que havia viajado para Uganda e depois retornado à capital, Abuja, na região central da Nigéria. Ela e o marido foram levados para a Suíça na segunda-feira.
Os dois casos adicionais, se confirmados, poderiam significar que a doença se espalhou dentro da Nigéria, o que seria uma grande preocupação para a saúde pública. As autoridades não informaram se acredita-se que eles estejam relacionados ao primeiro caso. 000 pessoas morreram desde que o surto foi declarado em maio.
Quênia e Uganda também registraram casos. Não há tratamentos ou vacinas aprovados para combater a rara cepa Bundibugyo , responsável pelo surto no Congo. Violência e desconfiança dificultam combate ao Ebola na RD Congo ]]>
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