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    Poder360·26 de out., 11:27

    Eduardo Bolsonaro pede que estrangeiros não reconheçam eleição

    Ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) pediu a estrangeiros que não reconheçam o resultado da eleição presidencial brasileira e façam pressão pela anulação da votação. 2026), ele afirmou, sem apresentar provas, que houve fraude na disputa vencida por Luiz Inácio Lula da Silva (PT). “Esta é uma mensagem para vocês: não reconheçam estas eleições, porque ainda mais fatos estão surgindo agora” , disse no X, em tradução para o português.

    Assista (4min21s): WE WILL NEVER GIVE UP THE FIGHT This is what happened in Brazil’s election – and this is just the beginning. co/2c7oqWXlOZ — Eduardo Bolsonaro🇧🇷 (@BolsonaroSP) October 26, 2026 Eduardo também pediu que a gravação fosse compartilhada. “Como Flávio disse, precisamos cancelar esta eleição.

    Ela foi claramente fraudulenta. Mas precisamos de pressão internacional. Precisamos que vocês compartilhem este vídeo” , afirmou.

    Assista ao vídeo compartilhado pelo ex-deputado. Na gravação, ele questiona o crescimento da votação de Lula entre os turnos, cita pesquisas eleitorais e usa os votos recebidos pelos candidatos eliminados para sustentar que a vitória petista seria “estatisticamente impossível” . Não apresenta evidências de adulteração dos votos.

    out) com 51,79% dos votos válidos, contra 48,21% de Flávio Bolsonaro (PL). 191 votos . No 1º turno, Flávio havia ficado à frente, com 47,03%, ante 45,16% do petista.

    A comparação entre os turnos precisa considerar que eleitores podem mudar de candidato, comparecer somente a uma das etapas ou deixar de votar em branco ou nulo. Os votos recebidos por candidatos eliminados não são automaticamente transferidos a quem eles apoiam. O vídeo de Eduardo foi publicado depois de Flávio anunciar, ainda na noite de domingo, que não reconheceria o resultado e pediria a anulação da eleição.

    Uma das críticas dos irmãos se refere à decisão do ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal, de ampliar o horário de votação até as 19h, por 2 horas além do prazo inicialmente previsto. As duas campanhas haviam pedido mais tempo para votar , com justificativas e abrangências diferentes. A equipe de Lula denunciou dificuldades no transporte público e solicitou a extensão nacional.

    A de Flávio pediu a prorrogação em 19 cidades de São Paulo, Paraná e Santa Catarina, citando chuvas, alagamentos, interdições e falta de energia. Zanin determinou inicialmente a ampliação em todo o país, em ação da coligação de Lula. Depois, esclareceu que a medida valeria apenas onde as urnas ainda não tivessem sido fechadas, orientação confirmada pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) .

    Leia as íntegras da decisão inicial (PDF -340 KB ) e do esclarecimento posterior (PDF – 273 KB). Fiscalização e conferência dos votos O presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, afirmou ter “absoluta segurança do processo eleitoral” e disse que a Justiça Eleitoral cumpriu a determinação sobre a prorrogação. O tribunal também respondeu à declaração de Flávio de que fiscais do PL teriam sido retirados da sala-cofre.

    Segundo a Corte, o espaço não é aberto à visitação, enquanto 2 representantes do partido acompanharam a totalização e a divulgação dos resultados na Sala de Totalização. A conferência dos resultados pode ser feita por meio dos boletins de urna, documentos que registram os votos de cada seção. Eles são impressos ao fim da votação e disponibilizados na internet, permitindo comparar os registros locais com os dados divulgados pelo TSE .

    O procurador-geral da República, Paulo Gonet Branco, defendeu o respeito à vontade dos eleitores . O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), também reconheceu a vitória de Lula e pediu a pacificação do país . Atuação nos EUA e condenação pelo STF Eduardo vive nos Estados Unidos desde 2025.

    out), antes da votação, já havia questionado o sistema eleitoral brasileiro durante participação no programa norte-americano Louder with Crowder , apresentado por Steven Crowder. Na entrevista, defendeu que Flávio deixasse o Brasil caso fosse derrotado . O ex-congressista perdeu o mandato em 18 de dezembro de 2025 , por decisão da Mesa Diretora da Câmara, depois de faltar a pelo menos um terço das sessões deliberativas daquele ano.

    Em 16 de junho de 2026, a 1ª Turma do STF o condenou, por unanimidade, a 4 anos e 2 meses de prisão , em regime inicial semiaberto, por coação no curso do processo. Segundo o colegiado, Eduardo articulou sanções norte-americanas contra autoridades brasileiras para tentar interferir no julgamento de seu pai, Jair Bolsonaro (PL), no processo sobre tentativa de golpe de Estado. A condenação tornou-se definitiva em 3 de outubro, quando se encerraram as possibilidades de recurso.

    Em decisão assinada em 7 de outubro, Alexandre de Moraes determinou o início da execução da pena, a expedição de mandado de prisão e o cancelamento dos passaportes brasileiros de Eduardo. Eis a íntegra da decisão (PDF – 138 KB). ]]>

    Resumo publicado pelo SJX NEWS. O conteúdo integral pertence ao veículo de origem.

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