EUA acionam Forças Armadas contra ameaças estrangeiras nas eleições
O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth , assinou um memorando que mobiliza o Pentágono para atuar contra interferências estrangeiras nas eleições de meio de mandato, as Midterms. 2026), determina que o Exército norte-americano atue em defesa das eleições. Leia a íntegra (PDF- 45 kB).
A medida aciona estruturas do Departamento de Defesa para atuar na proteção do processo eleitoral norte-americano diante de possíveis ações de agentes externos. Hegseth não especificou quais países ou grupos seriam as ameaças visadas, nem quais providências concretas poderiam ser adotadas em caso de interferência comprovada. Pelo memorando, o Comando Cibernético dos EUA e os diretores das Agências de Apoio ao Combate vão empregar capacidades de inteligência para garantir que “atores estrangeiros” não interfiram nos sistemas democráticos.
O memorando também aciona a DIA (Defense Intelligence Agency; em português, Agência de Inteligência de Defesa) para coletar e produzir informações sobre ameaças estrangeiras ao processo eleitoral. Todas as ações estipuladas devem estar em conformidade com a legislação, os regulamentos, as determinações presidenciais e as diretrizes do Departamento de Defesa. Em nota o porta-voz do Pentágono, Sean Parnell afirmou em nota que a colaboração entre os órgãos federais, estaduais e locais irá expor “influências estrangeiras e garantirão que os processos democráticos permaneçam seguros contra manipulação externa, ao mesmo tempo que protegem as liberdades fundamentais do povo norte-americano”.
MIDTERMS As eleições de meio de mandato serão realizadas em 3 de novembro de 2026. Os norte-americanos escolherão representantes para o Congresso em uma disputa que definirá a composição da Câmara e de parte do Senado. A votação pode definir os rumos do governo de Donald Trump (Partido Republicano), que assumiu a presidência em janeiro de 2025.
O resultado determinará se o Partido Republicano mantém o controle das duas Casas Legislativas, o que facilitaria a aprovação das pautas de Trump. Uma vitória democrata abriria espaço para bloquear as prioridades legislativas do presidente e para a abertura de investigações contra ele. ]]>
Resumo publicado pelo SJX NEWS. O conteúdo integral pertence ao veículo de origem.
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