EUA e China reduzem tarifas e ampliam diálogo sobre IA
Os Estados Unidos e a China chegaram a um entendimento para reduzir tarifas sobre US$ 30 bilhões em mercadorias de cada país e ampliar o diálogo sobre inteligência artificial (IA) . O acordo foi anunciado depois da visita do presidente chinês, Xi Jinping , a Washington e do encontro com o presidente norte-americano, Donald Trump. Segundo a Casa Branca , as mudanças tarifárias abrangem produtos considerados não sensíveis.
Entre as exportações norte-americanas estão produtos agrícolas, madeira e cosméticos. No sentido contrário, entram pequenos eletrodomésticos, brinquedos e artigos de decoração. “Os dois países chegaram a um consenso sobre recomendações para um tratamento tarifário mais favorável a US$ 30 bilhões em mercadorias não sensíveis em cada direção”, informou a Casa Branca.
v=v5OleX4pUOs&pp=ygUddHJ1bXAgeGkgamlwaW5nIHJldmlzdGEgb2VzdGU%3D A reunião entre Trump e Xi terminou na sexta-feira 25, depois de três dias de encontros. O governo chinês informou que os dois países também concordaram em criar um conselho de comércio e ampliar os resultados de negociações anteriores realizadas em Kuala Lumpur. Washington e Pequim ampliam diálogo sobre IA Os governos também decidiram estabelecer um canal de comunicação para tratar de incidentes relacionados à inteligência artificial e manter discussões sobre os riscos e benefícios da tecnologia.
A próxima rodada de negociações está prevista para novembro. A Casa Branca informou que os líderes concordaram em utilizar o termo “superinteligência” nas discussões sobre a tecnologia. O Ministério das Relações Exteriores da China afirmou que Pequim considera positivo o uso da nova expressão por Washington.
Leia também: " Polícia britânica prende 5 suspeitos de preparar ato terrorista perto de base usada pelos EUA " Os dois países também concordaram em apoiar a realização de reuniões da Cooperação Econômica Ásia-Pacífico e do G20. Trump e Xi planejam participar dos encontros organizados pelo outro país. Na área de política externa, os governos informaram que os dois líderes concordaram que o Irã deve cumprir o compromisso de não desenvolver armas nucleares.
Também houve concordância de que nenhum país ou entidade deve impor tarifas de trânsito em vias navegáveis internacionais. O entendimento ocorre depois de Washington e Pequim prorrogarem por dois meses uma trégua comercial que expiraria em 10 de novembro. A extensão abriu mais tempo para os dois governos trabalharem em um possível acordo comercial mais amplo.
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