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    Ex-agente de Israel é ligado à fuga de Flávio
    Poder360·02 de nov., 13:58

    Ex-agente de Israel é ligado à fuga de Flávio

    Investigações indicam a participação de um homem apontado como ex-agente do Mossad, o serviço de inteligência de Israel, na fuga do senador e candidato derrotado à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL), do Brasil para os Estados Unidos. Menachem Booky Halevy estava em uma van que cruzou a fronteira com a Argentina poucos minutos antes do veículo que teria levado o congressista e sua família a Puerto Iguazú. 2026).

    O programa da TV Globo teve acesso a documentos do sistema de imigração da Argentina e de outros que integram a investigação sobre a fuga. Conforme a reportagem, Menachem entrou no Brasil em 19 de outubro por Guarulhos (SP). , de Foz do Iguaçu, cruzaram a fronteira.

    No registro de uma delas, contam os dados da mulher e das filhas de Flávio. O sistema registrou 3 entradas de Flávio na mesma van: às 22h37 (com passaporte italiano), às 22h40 (com carteira de motorista) e às 23h11 (com passaporte brasileiro). Os registros com os documentos brasileiros foram depois cancelados.

    O ingresso com o passaporte italiano ficou válido. A 2ª van transportou, segundo o “ Fantástico” , motorista Neri Luiz Dala Corte, o advogado Roberto Jorge Alexandre e Menachem Booky Halevy. O motorista disse que foi contratado para buscar 2 homens em Foz do Iguaçu e levá-los ao aeroporto de Puerto Iguazú,.

    Ele negou ter visto quaisquer integrantes da família Bolsonaro. FUGA Apesar do registro de entrada terrestre, a Polícia Federal investiga se o senador deixou o Brasil na manhã em um jatinho ligado ao seu amigo e advogado Willer Tomaz, alvo de investigação por suspeitas de lavagem de dinheiro relacionado a negócios envolvendo bets. Os 2 estão proibidos de se comunicar por determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal.

    O congressista não é foragido da Justiça –não há mandado de prisão contra ele. Tampouco há ilegalidade no uso do avião, caso isso venha a ser comprovado. Segundo o “Fantástico” , uma das linhas de investigação indica que o candidato derrotado à Presidência pegou carona em um Cessna Citation Excel, de prefixo PR-AAA.

    O voo saiu de Brasília às 5h05 de 27 de outubro e pousou em San Fernando, na Argentina, às 8h40 do mesmo dia. 200 km de Puerto Iguazú, de onde decolou o jatinho Gulfstream G400 , de prefixo LV-JQW, que levou o congressista e sua família para Miami , nos Estados Unidos. Não fica claro pela reportagem do “Fantástico” como Flávio viajou dentro da Argentina nesse cenário.

    A apuração diz que teria sido por avião. A TV Globo afirma também que Fernanda Bolsonaro, mulher do senador, e as duas filhas do casal viajaram em um voo separado, de Brasília para Cascavel (Paraná), em 27 de outubro. Uma van pegou as 3 no aeroporto.

    Entende-se que elas atravessaram a fronteira entre Brasil e Argentina por terra. A reportagem cita duas possibilidades no dia 27 de outubro: Flávio estava em uma van que cruzou a fronteira na noite de 27 de outubro, conforme informado pelo governo argentino (leia mais abaixo); Flávio chegou a Puerto Iguazú em um voo vindo de Buenos Aires e ficou horas dentro do jatinho à espera da família. Flávio declarou que foi procurado pela TV Globo e que só aceitou falar se a entrevista fosse veiculada na íntegra.

    Segundo o senador, a emissora “preferiu não seguir adiante” . Ele também declarou que tudo indicava que o “Fantástico” exibiria uma reportagem a seu respeito sem dar o direito de resposta a ele. Em nota, o advogado de Flávio, Frederick Wassef, disse que “nenhuma informação sobre a viagem do senador Flávio Bolsonaro é oficial ou foi confirmada” .

    Declarou que o senador não fugiu, não responde a processo criminal, não foi indiciado, não é réu nem tem condenação criminal. “Existe apenas uma apuração em curso envolvendo terceiros, ainda em fase inicial, na qual não há qualquer prova ou indícios contra Flávio Bolsonaro” , afirmou (leia a íntegra ao final do texto). Segundo a Agência Nacional de Aviação Civil, o Cessna usado na rota Brasília-San Fernando, segundo reportagem da TV Globo , pertence à empresa Jet Line Locações e Serviços Aéreos, que tem como sócias Christine Tomaz de Souza e Flávia Oliveira Correa Tomaz, irmã e mulher de Willer Tomaz, respectivamente.

    Ao “Fantástico” , a assessoria de Tomaz disse ser falsa a informação de que um avião pertencente a ele ou empresas vinculadas a sua família tenham sido utilizadas por Flávio Bolsonaro e sua família para deixar o Brasil. Ele também negou envolvimento em práticas de lavagem de dinheiro e afirmou que todas as movimentações foram realizadas de “maneira plenamente rastreável” . O que se sabe da saída de Flávio Bolsonaro do Brasil: onde estava Flávio em 27 de outubro – o site argentino Infobae publicou à 1h de 27 de outubro que o senador havia deixado o Brasil e embarcado para os EUA em um jatinho a partir de Puerto Iguazú.

    Em Brasília, nenhum aliado sabia dizer com 100% de certeza onde estava o senador, que não se manifestou em nenhum momento do dia. O congressista descumpriu uma ordem judicial e não entregou os passaportes, como Moraes tinha determinado ; aviso da Argentina – a Direção Nacional de Migrações da Argentina disse às 2h01 de 28 de outubro que Flávio, a mulher e as duas filhas do casal tinham entrado no país por terra pela cidade de Puerto Iguazú. Informou também que a família embarcou em um jatinho rumo a Guayaquil (Equador); voo para Miami – o avião com os Bolsonaros partiu para Guayaquil à 0h22 de 28 de outubro.

    Pousou na cidade equatoriana às 5h46. A aeronave evitou o espaço aéreo brasileiro. Depois da escala, o Gulfstream G400 decolou rumo a Miami, onde pousou às 10h24.

    O voo de Flávio foi acompanhado por 927 mil pessoas no site Flightradar24 ; Flávio nos Eua – o paradeiro do senador só ficou 100% confirmado quando ele, a mulher e as duas filhas foram filmados saindo do jatinho ; quem sabia da viagem – de acordo com o próprio congressista , a decisão foi tomada com a mulher. Em seu 1º vídeo desde que saiu do país, Flávio declarou que não contou a nenhum aliado porque a “chance de dar errado seria maior” . O QUE DIZ A DEFESA DE FLÁVIO Eis a nota do advogado Frederick Wassef: “Nenhuma informação sobre a viagem do senador Flávio Bolsonaro é oficial ou foi confirmada.

    “Eventuais vazamentos de informações são ilegais e contribuem para a construção de narrativas distorcidas dos fatos. “Flávio Bolsonaro não fugiu. A utilização do termo ‘fuga’ é falsa e não corresponde à realidade.

    “O senador não responde a processo criminal, não foi indiciado, não é réu e não possui condenação criminal. Tem sua ficha limpa e recebeu quase 60 milhões de votos. “Sua viagem, portanto, não representa fuga de absolutamente nada.

    “A informação de que Flávio Bolsonaro teria fugido é falsa e configura desinformação (fake news). “Existe apenas uma apuração em curso envolvendo terceiros, ainda em fase inicial, na qual não há qualquer prova ou indícios contra Flávio Bolsonaro. wp-image-" + id); adicionarBotao($img); }); }); ]]>

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