Ex-ministros de Lula e Dilma declaram apoio a Flávio
O senador Flávio Bolsonaro (PL) recebeu o apoio de 2 ex-integrantes dos governos de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Dilma Rousseff (PT) para o 2º turno: Aldo Rebelo (DC) e Roberto Mangabeira Unger. 2026), em São Paulo. out).
No caso de Aldo, a aproximação veio depois da participação em outra campanha presidencial. O ex-ministro foi pré-candidato pelo DC e, em julho, assumiu a coordenação política da candidatura de Ronaldo Caiado (PSD). Meses antes, havia defendido uma alternativa à polarização política .
Aldo construiu sua carreira parlamentar no PCdoB e presidiu a Câmara de 2005 a 2007 . Foi ministro da Coordenação Política de Lula e comandou Esporte, Ciência e Tecnologia e Defesa nas gestões de Dilma. Mangabeira é professor de direito em Harvard , nos Estados Unidos, e chefiou a Secretaria de Assuntos Estratégicos nos governos dos 2 petistas.
Paulo, Aldo disse que Flávio solicitou a conversa, realizada no aeroporto de Jundiaí (SP). Durante cerca de uma hora, os 3 discutiram crescimento econômico, Amazônia, defesa e política externa. Segundo ele, o senador afirmou que levaria as ideias em consideração.
O ex-ministro negou negociação de cargos e descartou ter recebido convite para assumir o Ministério do Meio Ambiente em um eventual governo do PL. Aliado de Ciro também apoia Flávio O professor de filosofia Gustavo Castañon, da UFJF (Universidade Federal de Juiz de Fora) , também esteve no aeroporto, mas não participou da conversa reservada. Aliado de Ciro Gomes (PSDB), afirmou que os ex-ministros buscavam compromissos de Flávio sobre soberania.
Questionado sobre o alinhamento da família Bolsonaro a Donald Trump (Partido Republicano), Castañon defendeu autonomia diante dos Estados Unidos e da China. Citou a viagem de Jair Bolsonaro (PL) à Rússia para tratar de fertilizantes como exemplo de atuação além da aproximação com Washington. O professor justificou sua adesão principalmente pela oposição ao PT.
Disse não se considerar bolsonarista, embora reconheça que poderá ser identificado dessa forma, e informou ter deixado o PDT recentemente. Castañon ressaltou que não fala em nome de Ciro, procurado pela campanha de Flávio e que, segundo a reportagem, não havia declarado voto no 2º turno. O ex-governador foi derrotado por Elmano de Freitas (PT) no Ceará: recebeu 46,22% dos votos válidos, contra 53,19% do governador reeleito.
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Resumo publicado pelo SJX NEWS. O conteúdo integral pertence ao veículo de origem.
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