Flávio nega ter autorizado ação de aliado contra reajuste do Bolsa Família
O candidato à Presidência pelo PL, Flávio Bolsonaro , negou nesta quinta-feira (17) que tenha autorizado a ação apresentada pelo deputado Zé Trovão (PL) contra o reajuste de 15% do Bolsa Família . “Quero dizer que teve um deputado aí que acionou a Justiça para tentar tirar esse reajuste. Não foi com a minha autorização.
Não concordo com isso. Não era para ter entrado [com a ação], mas entrou. Entrou por conta própria dele.
” Flávio criticou o aumento de R$ 90, classificando o valor como “migalha” para quem “está passando necessidade”, e ainda questionou se o objetivo do presidente é comprar o voto do “pobre”. Leia mais Flávio Bolsonaro diz que, se eleito, manterá reajuste do Bolsa Família Mendonça vai relatar ação de Renan Santos contra reajuste do Bolsa Família Análise WW: Economia e demografia trabalham contra Lula na eleição “Você acha que vai comprar o voto do pobre? Dando R$ 90 a mais pro pobre?
Isso é cara de pau, Lula. ” O senador ainda comparou o aumento que o benefício teve durante a gestão de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), e afirmou que, se eleito, vai manter o reajuste, mas que pretende fazer “muito mais do que isso”. “Vocês vão lembrar: os R$ 600 quem deu, quem foi?
Foi o presidente Bolsonaro. Vamos comparar aqui agora: o Lula deu 15% de reajuste no Bolsa Família, isso significa R$ 90 a mais pro Bolsa Família. Vocês lembram como que era antes do governo Bolsonaro?
Era, em média, R$ 190 o Bolsa Família. O presidente Bolsonaro colocou para R$ 600, mais que triplicou o valor”, disse. Aumento no Bolsa Família confirma Lula abalado; veja a análise | HORA H Por fim, Flávio disse querer ser o “libertador da pátria” e que seu objetivo no governo é “constatar que menos pessoas precisem de políticos para trazer comida para dentro de casa”.
“Eu tenho um plano pra te tirar da pobreza, o plano do Lula é te manter na pobreza. Qual que você escolhe? ”, concluiu.
Nesta quinta, o deputado Zé Trovão pediu a derrubada da medida anunciada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a 17 dias da eleição. O parlamentar questionava o momento escolhido pelo mandatário para conceder o aumento e afirmou que isso poderia desequilibrar a disputa eleitoral. No entanto, o ministro do TSE e relator do caso, André Mendonça, rejeitou a ação porque, segundo ele, o autor não tem legitimidade ativa para propor esse tipo de processo nesta instância, já que concorre na instância estadual.
Mendonça lembra que, como Zé Trovão concorre a um cargo proporcional estadual – o deputado federal por Santa Catarina –, ele não possui competência jurídica para questionar no tribunal atos voltados à eleição presidencial, de abrangência nacional. Quem são os candidatos à Presidência da República em 2026 ]]>
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