SJX NEWS

    poder360.com.br

    Poder360

    SJXNEWS
    Poder360·27 de set., 12:25

    Governo planeja reunião com clubes após proibição das bets

    2026) para discutir os impactos da MP (Medida Provisória) que proibiu a exploração e a publicidade de bets no Brasil . Participarão das tratativas os ministros do Esporte, Paulo Henrique; da Fazenda, Dario Durigan; e do Planejamento, Bruno Moretti, segundo o g1 . A reunião deve tratar principalmente da perda de receitas dos clubes com patrocínios de casas de apostas .

    O encontro foi articulado depois de clubes se manifestarem contra a forma como a medida foi implementada. O Flamengo afirmou que não é possível estabelecer regras, fazer empresas e instituições assumirem compromissos com base nelas e, depois, mudar o marco regulatório. O Fluminense defendeu um período de transição para os contratos em vigor.

    Os valores envolvidos estão entre os principais pontos de preocupação. As bets pagaram R$ 1,143 bilhão em patrocínios aos 20 clubes de maior receita do país em 2025, segundo levantamento da Sports Value. O montante correspondeu a cerca de 36% da receita de marketing dessas equipes.

    O Flamengo recebe R$ 268,5 milhões por temporada da Betano, enquanto o Fluminense tem contrato de R$ 52 milhões fixos por ano com a Superbet. 2026) . A partir de 6 de outubro, sites e aplicativos de apostas deverão ser bloqueados no país.

    Os apostadores têm até as 23h59 de 5 de outubro para retirar voluntariamente os valores disponíveis nas plataformas. Leia a íntegra da apresentação (PDF – 2 MB). A publicidade, os novos patrocínios e as promoções de bets foram proibidos com efeito imediato.

    Peças publicitárias e contratos já existentes poderão permanecer até 5 de outubro. Antes da publicação da medida, empresas de apostas haviam comunicado a clubes a possibilidade de rescindir contratos caso o governo proibisse a operação do setor. Criminalização Além da MP, o governo enviou ao Congresso Nacional um projeto de lei para criar crimes relacionados às apostas de quota fixa.

    A proposta prevê pena de 4 a 6 anos de reclusão e multa para quem explorar, operar, oferecer, receber, registrar ou intermediar apostas, mesmo com autorização de uma autoridade estrangeira. O texto ainda precisa ser aprovado pelo Congresso Nacional e sancionado pelo presidente da República para virar lei. ]]>

    Resumo publicado pelo SJX NEWS. O conteúdo integral pertence ao veículo de origem.

    Leia a matéria completa em Poder360 →