SJX NEWS

    poder360.com.br

    Poder360

    SJXNEWS
    Poder360·28 de out., 18:41

    Governo registra 10 mortes de eleitores de Lula após eleição

    2026) e atribui os ataques a apoiadores do candidato derrotado, Flávio Bolsonaro (PL). out). out).

    Das 10 vítimas fatais, 3 são indígenas. A gestão afirma que o contrário não foi registrado –eleitores de Lula violentando eleitores de Flávio. Os casos incluem ainda: 7 atropelamentos intencionais; 14 agressões físicas, espancamentos e esfaqueamentos; 5 disparos e atentados com armas de fogo; 5 casos de violência e coação contra povos indígenas; 6 casos de abuso de autoridade e violência policial.

    Paraná, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Santa Catarina concentram o maior número de ocorrências, nessa ordem. out). O encontro serviu para apresentar medidas de coordenação das investigações.

    Guilherme Boulos afirmou que todos os casos que chegaram ao governo foram de violência contra apoiadores de Lula, “em sua maioria como reação ao resultado eleitoral”. out). “Isso não cabe na democracia, isso é próprio de barbárie” , declarou.

    O ministro afirmou que os crimes “não ficarão impunes” . Para isso, o governo anunciou 3 frentes de resposta: centralização das investigações na PGR (Procuradoria Geral da República); acionamento da Polícia Federal para identificar e prender os autores em cada caso; cobrança às corregedorias das polícias e aos Ministérios Públicos estaduais para afastar e punir policiais envolvidos. O secretário Nacional de Segurança Pública, Chico Lucas, afirmou que a descentralização das atribuições entre diferentes instituições pode gerar impunidade.

    Segundo ele, as forças policiais deveriam garantir a “festa da democracia” e todas as corregedorias foram oficiadas. Boulos falou na federalização das investigações dos 45 casos de violência registrados. Na abertura, anunciou a “centralização das investigações” na PGR (Procuradoria Geral da República).

    Depois citou “medidas de federalização” . O secretário-executivo do Ministério da Justiça, Ademar Borges, corrigiu. Disse que “federalização” não é o termo correto.

    Segundo ele, a PF já tem competência por lei para investigar crimes eleitorais, contra o Estado Democrático de Direito e de violência política de gênero. Nesses casos, “a lei não muda” . Os crimes comuns, como homicídio e lesão corporal, seguem com as polícias e os Ministérios Públicos estaduais.

    O governo fará só “articulação” e “coordenação” . O envio dos casos à cúpula do MPF é, nas palavras dele, “um fluxo de trabalho” . Os homicídios de indígenas já são de competência federal, segundo Borges.

    Já há “dezenas de inquéritos” instaurados. Suspeita de casos mais amplos Borges disse que há suspeita de um grupo mais amplo de casos, com violência, ameaça e intimidação motivadas pela recusa do resultado das eleições. Parte dos crimes é eleitoral ou envolve violência política de gênero, de competência federal.

    Segundo Borges, já há dezenas de inquéritos instaurados. Ele também citou delitos no ambiente digital. De acordo com o decreto do Marco Civil da Internet, atualizado por Lula em 2026, as plataformas devem remover por conta própria conteúdos que envolvam crimes graves, como ataques ao Estado democrático, violência contra a mulher, xenofobia e discurso de ódio.

    Em caso de falha, respondem civilmente de forma direta. Violência contra mulheres A secretária Nacional de Acesso à Justiça, Sheila de Carvalho, disse que a violência não atingiu apenas candidatas, mas também eleitoras. Segundo ela, os casos foram encaminhados à PF com base na lei que permite investigação nacional de violência política digital.

    “Não queremos a repetição de um 8 de janeiro no Brasil” , declarou. VIOLÊNCIA POLÍTICA Um dos casos de maior repercussão foi o ataque à vereadora Iara Pimentel (PT), durante uma carreata em apoio à reeleição do presidente Lula, em Montes Claros (MG), na noite de 24 de outubro. O carro de som em que ela estava foi atingido por pedras, garrafas e outros objetos.

    Iara foi atingida no rosto e precisou ser socorrida por uma equipe do Samu. A Polícia Civil de Minas Gerais investiga as agressões para identificar os envolvidos. Pimentel já teve alta.

    Outro caso foi o do engenheiro Marcelo de Oliveira Rocha, de 30 anos, estudante de mestrado na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), que morreu depois de ser agredido em Santos (SP), na madrugada de 24 de outubro. Ele voltava de um ato político em apoio a Lula e usava um adesivo do presidente. Segundo a investigação, Marcelo foi abordado por homens que exigiram seu celular e, em seguida, outras pessoas se juntaram às agressões.

    Ele foi levado a um hospital, mas não resistiu aos ferimentos Em Santa Catarina, um motociclista foi atropelado por um carro da Polícia Militar Rodoviária durante as comemorações do resultado da eleição presidencial. O episódio foi registrado em vídeo e gerou questionamentos sobre a conduta dos agentes envolvidos.   ]]>

    Resumo publicado pelo SJX NEWS. O conteúdo integral pertence ao veículo de origem.

    Leia a matéria completa em Poder360 →