Governo volta atrás e libera “Desenhos Bíblicos” para todas as idades
2026) a classificação indicativa do programa “Record Kids – Desenhos Bíblicos” , exibido pela Record , de “12 anos” para “livre”. A decisão foi tomada pela Sedigi (Secretaria Nacional de Direitos Digitais), que reconheceu que a análise anterior não havia aplicado integralmente a metodologia do Guia Prático de Classificação Indicativa, editado em 2025. A classificação de 12 anos havia sido atribuída em 28 de outubro.
Em portaria , o ministério havia recomendado que a produção fosse exibida depois das 20h. nov) considerou o contexto cultural e religioso das histórias retratadas na animação. O guia estabelece que conteúdos associados a rituais, tradições ou costumes de povos, religiões e comunidades específicas podem receber atenuantes na avaliação.
Outro fator considerado foi o formato da produção. Segundo o ministério, a estética infantil da animação também deve ser levada em conta, já que o guia propõe atenuantes para representações animadas e fantasiosas, especialmente em obras destinadas ao público infantil e infantojuvenil. nov) um p rojeto que busca revogar a portaria do ministério responsável por elevar a classificação da animação para 12 anos.
O congressista questionou os critérios utilizados na avaliação e anunciou medidas para contestar a decisão. Eis a íntegra da nota do Ministério da Justiça e Segurança Pública: A Secretaria Nacional de Direitos Digitais (Sedigi) do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) decidiu, de ofício, reformar a classificação indicativa de 12 anos, atribuída em 28 de outubro, ao programa Record Kids – Desenhos Bíblicos, exibido pela Record. A obra, composta de 36 episódios de animação que retratam passagens do Antigo e do Novo Testamento, fica com Classificação Livre.
A decisão parte do reconhecimento de que a análise anteriormente realizada pela Coordenação-Geral de Política de Classificação Indicativa não havia aplicado integralmente a metodologia do Guia Prático de Classificação Indicativa, editado em 2025. Os pontos centrais são o tratamento do contexto cultural e religioso e a aplicação dos atenuantes à obra em sua integralidade. O Guia prevê atenuantes para conteúdos “claramente associados a rituais, tradições ou costumes de povos, religiões ou comunidades específicas”.
Pesou também o fato de se tratar de um desenho animado feito para crianças, já que o Guia considera atenuante a representação por “animações com estética infantilizada, em vez de reproduções realistas de seres humanos”, e situa a violência fantasiosa “especialmente em obras voltadas ao público infantil ou infantojuvenil”. O despacho da Sedigi registra que a transmissão das narrativas bíblicas às crianças por meio de animação destinada ao público infantojuvenil é uma forma de expressão cultural protegida pela Constituição e que incumbe à classificação indicativa aplicar-lhe o mesmo tratamento que aplica a todas as tradições culturais e religiosas. A decisão reafirma que a classificação indicativa não tem caráter de censura e consiste em informar às famílias, de forma objetiva, o conteúdo das obras, para que exerçam as decisões próprias do poder familiar.
784/1999. A decisão será publicada no Diário Oficial da União, e a emissora será formalmente cientificada. ]]>
Resumo publicado pelo SJX NEWS. O conteúdo integral pertence ao veículo de origem.
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