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    InvestNews·23 de out., 18:22

    Ibovespa fecha em alta e dólar cai abaixo de R$ 5 na última sessão antes do segundo turno

    Na última sessão antes do segundo turno, a bolsa se manteve em alta, o dólar fechou em queda e os juros variaram poucos centésimos. Apesar da alta em relação a quinta-feira (22), na verdade, o mercado se comportou como se estivesse prendendo a respiração. Se o respiro na segunda-feira (26) será de alívio ou de susto, as urnas vão determinar no domingo (25), quando ocorre a segunda fase da votação para presidente.

    Já no meio da noite do dia 25, o país vai saber quem vai governar pelos próximos quatro anos. O Ibovespa começou o dia em leve alta, virou para queda e depois retomou a subida. 083 pontos, após ajustes.

    O dólar teve queda de 0,90% ante o real cotado a R$ 4,993. Leia também Investimentos Reta final da eleição: Ibovespa cai 1% e fecha no menor patamar desde 2 de outubro Os contratos de futuros de DI apresentaram leves recuos. É o caso dos que vencem em janeiro de 2028, com recuo de 0,07ponto percentual para 12,86% ao ano.

    p. para 12,66%. O futuro de DI para janeiro de 2032 teve queda 0,04 ponto para 12,715%.

    No Tesouro Direto , as taxas passaram a recuar, após abrirem quase estáveis. O Tesouro Prefixado 2032 apresentou recuo para 12,89% ao ano ante 12,96% da véspera. Leia também Investimentos Como o aluguel de ações ajudou a dar impulso a empresas na bolsa brasileira com o resultado das eleições O Tesouro IPCA+ 2040 saiu de 6,58% na quinta-feira para 6,53%.

    O título com vencimento em 2050, por sua vez, recuou de 6,51% um dia antes para 6,42%. Na renda fixa , quando a taxa cai, significa que os preços dos papéis subiram, ou seja, o saldo de quem tem os títulos aumenta. Cenário binário Várias casas de análise têm enfatizado o momento atual como “binário”, ou seja, a segunda-feira pós segundo turno pode viver um rali, com forte alta da bolsa e desvalorização do dólar, ou recuar para patamares próximos aos vistos em meados do ano, antes que as pesquisas eleitorais passassem a mostrar a queda da então vantagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre o candidato de oposição Flávio Bolsonaro (PL).

    Leia também Investimentos Cenário reformista pode trazer guinada aos investimentos em 2027. Entenda Num eventual cenário de melhora na parte fiscal, o Ibovespa poderia passar de 210 mil pontos no início da semana e rumar aos 235 mil ou até 250 mil pontos no fim de 2027. Essa é, por exemplo, a avaliação da Eleven Financial.

    O Itaú BBA projeta uma alta até 246 mil pontos para o principal índice da bolsa brasileira, se houver a consolidação de um cenário de reformas fiscais mais profundas. O Morgan Stanley vê o dólar a R$ 4,50 no primeiro trimestre de 2027 e Ibovespa a 250 mil pontos, desde que seja divulgado um plano fiscal crível e o cenário global siga estável. Leia também Economia Flávio e Lula empatam com 50% dos votos válidos no segundo turno, diz Datafolha No cenário de reeleição de Lula, com menos perspectiva de melhora nas contas pública, o Citi e o Goldman Sachs preveem uma reversão do rali que ocorreu após o primeiro turno.

    335 pontos, em 17 de agosto. A partir daí, com as pesquisas passando a mostrar uma queda da vantagem do presidente Lula, o índice passou a subir gradualmente. 115 pontos.

    912 pontos, com uma alta de quase 8%. Já o dólar caiu de R% 5,22, no dia 2, para R$ 5, logo após o primeiro turno. A desvalorização ante o real alcançou 4,2%.

    “É razoável imaginar que uma vitória de Lula seja inicialmente interpretada pelo mercado como um aumento do prêmio de risco fiscal”, afirma Roberto Simioni economista Chefe da Blue3 Investimentos. ” Se houver uma reversão do rali do primeiro turno, o UBS Wealth Management enxerga o dólar com potencial para subir a R$ 5,40. Já o Ibovespa, se voltar a precificar a piora do problema fiscal no próximo ano, poderia retornar para a faixa de 160 mil pontos, patamar no qual iniciou 2026.

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