Júri de motorista de Porsche que matou em acidente segue nesta quinta (29)
O julgamento de Fernando Sastre Filho , motorista do Porsche azul que causou a morte do motorista de aplicativo Ornaldo da Silva Viana , em 2024, na Zona Leste de São Paulo, continua nesta quinta-feira (29) . A sessão acontece no Fórum Criminal da Barra Funda, na Zona Oeste da capital. De acordo com o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP), o júri está na fase de oitiva das testemunhas.
Nessa etapa, as testemunhas prestam depoimento para esclarecer os fatos relacionados ao processo, contribuindo para a análise dos jurados . O caso que levou o empresário a julgamento ocorreu na madrugada de 31 de março de 2024 , domingo de Páscoa, na Avenida Salim Farah Maluf, no Tatuapé, na Zona Leste de São Paulo. Leia Mais Caso Porsche azul: Júri de Fernando Sastre começa nesta quarta-feira (28) PMs viram réus por liberar motorista de Porsche sem bafômetro após acidente Em decisão, Mendonça cita votos de Fachin e Cármen contra espionagem Fernando Sastre Filho dirigia o Porsche que atingiu a traseira do Renault Sandero conduzido pelo motorista de aplicativo Ornaldo da Silva Viana, de 52 anos, a cerca de 156 km/h.
O limite de velocidade na via é de 50 km/h. O empresário está preso preventivamente desde maio de 2024 . Porsche destruído em acidente em SP; motorista de veículo atingido morreu • Reprodução Sastre responde por homicídio qualificado por perigo comum, com dolo eventual, e lesão corporal grave.
A segunda acusação se refere aos ferimentos sofridos pelo estudante Marcus Vinicius Machado, amigo do empresário, que estava no banco traseiro do carro de luxo . Caso Porsche azul: Justiça nega 7º pedido de liberdade para Fernando Sastre | BASTIDORES CNN Caso seja condenado pelos crimes, Fernando Sastre Filho poderá receber uma pena que, somada, ultrapassa 30 anos de prisão . Em contato com a CNN Brasil , a defesa de Sastre afirmou que a expectativa é de “um julgamento justo, com a desclassificação para uma conduta culposa, na modalidade da imprudência”.
PM viraram réus no caso Os policiais militares que liberaram Fernado Sastre tornaram-se réus na Justiça Militar do Estado de São Paulo. Daisy Aparecida Cardoso Romão e Thiago Silva Batista foram denunciados por liberarem Fernando Sastre sem a realização do teste de bafômetro . Segundo a denúncia, a dupla cometeu crimes de inobservância de lei, regulamento ou instrução, na modalidade de tolerância “Quanto aos próximos atos processuais, estes serão praticados de acordo com o rito legal aplicável e com o regular andamento da ação penal”, se manifestou o Tribunal, por meio de nota.
De acordo com as últimas movimentações do processo de Sastre, Daisy pediu para não comparecer ao julgamento desta manhã. No entanto, o pedido foi indeferido. “A requerente atuou diretamente no atendimento inicial da ocorrência e esteve no local dos fatos logo após a colisão, de modo que seu relato é relevante para a formação da convicção dos jurados”, destaca a decisão.
*Com informações de Vitor Bontes ]]>
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