Juros para famílias sobem em agosto e inadimplência chega a 6%
As famílias brasileiras continuaram enfrentando aumento dos juros, da inadimplência e do endividamento em agosto, segundo as Estatísticas Monetárias e de Crédito divulgadas nesta terça-feira (29) pelo Banco Central (BC). p. na comparação com agosto do ano passado.
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Entre as modalidades que mais pressionaram o indicador estão o cartão de crédito rotativo e o cartão parcelado. p. p.
em 12 meses. p. p.
em 12 meses. )”, detalhou o BC. Crédito Apesar dos juros mais elevados, o crédito às famílias continuou crescendo.
O saldo das operações livres para pessoas físicas alcançou R$ 2,6 trilhões, com expansão de 0,8% no mês e de 10,5% em 12 meses. O resultado foi puxado principalmente pelo financiamento de veículos, pelo cartão de crédito rotativo e pelo crédito consignado para trabalhadores do setor privado, modalidade que concentra as operações do Crédito do Trabalhador. p.
em agosto. O saldo dessas operações somou R$ 1,6 trilhão, com queda de 0,6% no mês e alta de 0,5% em 12 meses. Segundo o BC, o resultado foi influenciado principalmente pela redução das operações de capital de giro, de desconto de duplicatas e outros recebíveis.
O saldo total da carteira de crédito livre atingiu R$ 4,1 trilhões em agosto, crescimento de 0,2% no mês e de 6,5% em 12 meses. p. p.
em 12 meses. p. acima do registrado um ano antes.
p. p. em 12 meses.
p. p. na comparação anual.
Nas operações com empresas, o indicador permaneceu estável em 3,3%. Crédito total soma R$ 7,4 trilhões O saldo das operações de crédito do Sistema Financeiro Nacional atingiu R$ 7,4 trilhões em agosto, o que representa expansão de 0,5% no mês. As operações com famílias cresceram 0,8%, chegando a R$ 4,7 trilhões.
Nas empresas, houve redução de 0,1%, para R$ 2,7 trilhões. Em 12 meses, o crédito total acumulou crescimento de 9,2%, com avanço de 10,5% nas operações destinadas às pessoas físicas e de 7,1% naquelas voltadas às empresas. Considerando empréstimos bancários, títulos de dívida e financiamentos externos, o crédito ampliado ao setor não financeiro totalizou R$ 22 trilhões em agosto, o que equivale a 164,9% do Produto Interno Bruto (PIB).
O saldo cresceu 0,6% no mês e 11,3% em 12 meses. O crédito ampliado às empresas somou R$ 7,3 trilhões, valor equivalente a 54,6% do PIB, com expansão de 1,1% em agosto e de 8,7% na comparação anual. Reservas bancárias avançam Nos agregados monetários, a base monetária encerrou agosto estável, na comparação com o mês anterior, em R$ 432,6 bilhões.
Tendo como base comparativa agosto de 2025, apresentou retração de 1,4%. As reservas bancárias cresceram 4,5% no mês, enquanto o volume de papel-moeda em circulação recuou 0,5%.
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