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    Lula defende que bets continuem proibidas: “Hora de pressionar”
    Poder360·03 de nov., 13:59

    Lula defende que bets continuem proibidas: “Hora de pressionar”

    2026) a mobilização da sociedade civil contra a continuidade das bets. Em publicação nas redes sociais, afirmou que é hora de pressionar e defendeu que a proteção da população brasileira seja prioridade no debate sobre o mercado de apostas. “É hora de assumir esse debate, pressionar e deixar claro: a proteção do povo brasileiro deve vir em primeiro lugar”, escreveu o presidente.

    A manifestação foi feita antes de uma audiência pública no Supremo Tribunal Federal, que iniciou às 10h. O encontro foi convocado pelo ministro Luiz Fux, relator de ações que discutem a regulamentação das apostas esportivas e das loterias. O petista também criticou empresas que, segundo ele, lucram com o sofrimento de pessoas pobres.

    “A sociedade civil não pode permitir a continuidade das BETs, por isso eu conto com vocês”, afirmou. 027 e de entidades admitidas nos processos como amici curiae — participantes que auxiliam o Tribunal com informações e argumentos. Entre os participantes estão representantes do Ministério da Fazenda, da PGR (Procuradoria Geral da República), da CNI (Confederação Nacional da Indústria) e da Abert (Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão).

    Também foram chamados clubes de futebol, como Flamengo, Fluminense, Botafogo, Cruzeiro, São Paulo e Corinthians, além da CBF (Confederação Brasileira de Futebol). A discussão não se restringe à medida provisória editada por Lula e também envolve processos que tratam da regulamentação do mercado de apostas antes da publicação da norma. 394 de 2026, que proibiu a exploração , a oferta, a intermediação e a publicidade de apostas de quota fixa no Brasil.

    A medida abrange tanto os cassinos on-line e jogos, como o chamado “Tigrinho”, quanto as plataformas de apostas esportivas. O texto entrou em vigor com a publicação, mas precisa ser aprovado pelo Congresso Nacional em até 120 dias para não perder a validade. Na ocasião, o governo estabeleceu um cronograma para a retirada das plataformas do ar e a devolução dos saldos dos apostadores.

    A publicidade das casas de apostas também foi proibida, com prazo para remoção de anúncios e patrocínios. ]]>

    Resumo publicado pelo SJX NEWS. O conteúdo integral pertence ao veículo de origem.

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