Mais de 190 sites seguem bloqueados na Venezuela em meio a abertura
Pelo menos 194 sites continuam bloqueados na Venezuela , mesmo com o governo liberando o acesso a diversos portais de notícias nesta quinta-feira, 17. A Comissão Nacional de Telecomunicações anunciou o restabelecimento do acesso a plataformas e veículos de comunicação digitais nacionais e internacionais. A organização não governamental de direitos digitais VE Sin Filtro confirmou que ao menos dez sites voltaram a funcionar em diferentes provedores de internet.
Entre eles estão: NTN24; El Nacional; Efecto Cocuyo, e El Pitazo. A entidade, no entanto, ainda registra sites bloqueados no país, incluindo 84 veículos de comunicação. Abertura ocorre durante negociação O desbloqueio ocorreu poucas horas antes da segunda rodada de negociações políticas entre o governo interino e a oposição venezuelana, em Caracas.
A liberdade de expressão está entre os temas que serão discutidos na mesa de diálogo, apoiada pelos Estados Unidos. Leia também: “ 'Testa de ferro' de Maduro muda versão e se declara culpado por lavagem de dinheiro nos EUA ” A medida havia sido recomendada pelo Programa para a Paz e a Coexistência Democrática, organização criada pela presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez . O grupo informou que consultou representantes de diferentes setores da imprensa antes de apresentar a recomendação.
Nas redes sociais, a chefe da delegação da oposição, Dinorah Figuera, comentou a liberação parcial. “Este é um primeiro passo”, afirmou Dinorah. ” Ver esta publicação no Instagram Uma publicação partilhada por Dinorah Figuera (@dinorahfiguerat) Sites ficaram anos inacessíveis O bloqueio de sites de notícias ocorre na Venezuela há anos.
Para acessar parte dos portais, usuários precisavam utilizar uma VPN — ferramenta que permite contornar restrições impostas pelos provedores de internet. O diretor do portal TalCual, Víctor Amaya, afirmou que o veículo perdeu parte do tráfego durante o período em que permaneceu bloqueado. O site estava impedido de funcionar desde julho de 2024.
v=-Ja_X2Z4Q8w&t=19s&pp=ygUXcmV2aXN0YSBvZXN0ZSB2ZW5lenVlbGE%3D Luis Ernesto Blanco, diretor editorial do Runrunes, afirmou que a medida representa um reconhecimento de que os portais estavam censurados. Alguns veículos, porém, relataram que o acesso continuava intermitente ou disponível apenas por determinadas operadoras. + Leia mais notícias de Mundo em Oeste O post Mais de 190 sites seguem bloqueados na Venezuela em meio a abertura apareceu primeiro em Revista Oeste .
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