Marco Polo diz que Brasil precisa reagir a importações “predatórias”
2026) que o país precisa reagir às chamadas “importações predatórias” e recuperar o mercado interno do setor siderúrgico. As declarações foram feitas durante o Congresso do Aço Brasil , do qual o Poder360 é parceiro de mídia. Mello disse que a maior prioridade do setor é a recuperação das vendas no mercado doméstico.
Segundo ele, as importações chegaram a 5,7 milhões de toneladas em 2025, o equivalente a 1/3 das vendas do setor, volume que classificou como “inaceitável”. “Não queremos bloquear importações, nós queremos que as importações entrem no país como entraram, mas nós não podemos permitir que entrem importações de forma desleal, o que nós classificamos como as importações predatórias”, disse. Otimismo para 2027 Ao falar sobre as eleições deste ano, Marco Polo afirmou que a agenda do setor siderúrgico não deve mudar independentemente do resultado das urnas.
Disse que o Instituto Aço Brasil mantém um planejamento estratégico para o setor que não depende da troca de governo. O presidente-executivo afirmou ainda que os executivos do setor devem discutir as perspectivas para 2027 durante o painel de CEOs do Congresso do Aço Brasil. Segundo ele, as empresas estão preparadas para enfrentar o cenário, são competitivas, investem cerca de R$ 12 bilhões e têm demonstrado resiliência.
Assista à entrevista (12min35s): CONGRESSO AÇO BRASIL O Congresso Aço Brasil 2026 é o principal evento do setor do país. O encontro é realizado no Transamérica Expo Center, em São Paulo. Em sua 36ª edição, o evento reúne, nos 2 dias de programação, os principais representantes da indústria do aço, além de especialistas e lideranças do cenário econômico e empresarial.
O objetivo é debater as perspectivas do setor e sua importância para o desenvolvimento do Brasil. Leia mais: Poder360 entrevista executivos no Congresso Aço Brasil 2026 Alckmin defende proteção e redução de custos para siderurgia Reforma tributária elevará exportações em 17%, diz Alckmin Gerdau questiona capacidade do Brasil de competir no comércio mundial Bitributação pode travar reciclagem de aço, diz deputado Carga tributária é “autotarifaço” que Brasil impõe a si, diz Troyjo Importação de aço chega ao dobro do patamar histórico no Brasil Ricardo Geromel vê “tsunami” de empresas chinesas no Brasil Brasil pode ampliar mercados com reorganização global, diz Aragão Alckmin defende Gas Release mesmo com pressão contrária da Petrobras Brasil precisa crescer mais de 3,5% ao ano, diz Roriz “Se deixarmos, a China vai desindustrializar o mundo”, diz ex-embaixador Custo Brasil freia siderurgia, diz CEO da Aperam Importações chinesas ameaçam empregos brasileiros, diz ex-embaixador Defesa contra aço chinês é lenta na América Latina, diz professor ]]>
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