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    Poder360·19 de set., 20:30

    Mendonça e Fux pedem ajuda à PF para acessar dados de Vorcaro

    2026) ofícios ao diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, para pedir apoio técnico no acesso aos dados extraídos de um dos celulares de Daniel Vorcaro, fundador do Banco Master. Os documentos foram enviados separadamente, mas têm teor semelhante. Segundo os ministros, os gabinetes não conseguiram abrir os arquivos.

    O problema pode estar relacionado a uma falha técnica no acesso ou a um defeito na mídia entregue. Mendonça e Fux também solicitaram a verificação da integridade das cópias enviadas aos gabinetes. Os 2 ofícios já foram recebidos pela PF.

    CELULAR DE VORCARO O material entregue aos ministros contém uma cópia dos dados brutos extraídos pela PF do celular de Vorcaro. Cristiano Zanin, Gilmar Mendes e Alexandre de Moraes foram os primeiros a receber os arquivos. Os 3 enviaram ofícios diretamente a Andrei Rodrigues por causa do julgamento de 15 de setembro de 2026, quando o STF começou a analisar o relatório da PF com as conversas entre Vorcaro e Moraes.

    O gabinete de Mendonça já mantinha uma cópia lacrada dos dados brutos. Depois do compartilhamento dos arquivos com outros integrantes da Corte, Mendonça e Fux solicitaram cópias do HD enviado aos demais ministros. INQUÉRITOS SUSPENSOS Mendonça atuava como relator dos inquéritos sobre o Banco Master e as fraudes nos descontos de benefícios do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).

    Em 12 de setembro de 2026, o presidente do STF, Edson Fachin, retirou provisoriamente de Mendonça a condução desses inquéritos e manteve os processos sob a presidência da Corte. Fachin queria submeter antes ao plenário os pedidos de investigação envolvendo Alexandre de Moraes e Mendonça. O julgamento começou em 15 de setembro, mas foi interrompido por um pedido de vista de Flávio Dino.

    O ministro tem até 90 dias para devolver o processo, o que pode deixar a análise suspensa até meados de dezembro. Fachin não indicou que pretende assumir definitivamente as relatorias. Mendonça, por outro lado, não pode tomar decisões enquanto os processos não voltarem à condução dele.

    Dessa forma, as investigações do Master e do INSS ficam, na prática, paralisadas. ]]>

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