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    Poder360·01 de nov., 15:53

    Mercado ilegal cresceu em países que restringiram bets, diz estudo

    Um levantamento realizado pelo Ranking dos Políticos que analisou os efeitos de restrições às apostas on-line em 11 países identificou casos de migração da demanda para plataformas ilegais, perda de arrecadação e saída de recursos para o exterior. Também houve registros de redução da movimentação financeira e do mercado de apostas em alguns países. O estudo analisou diferentes modelos de restrição: proibição total, veto a operadores voltados ao exterior, proibição parcial e monopólio estatal.

    Também examinou países que mantêm mercados legais, mas restringem a publicidade. Entre os países analisados estão China, Estados Unidos, Índia, Suíça, Noruega e Indonésia. Leia a íntegra (PDF – 1 MB).

    Na China, por exemplo, onde apostar é totalmente proibido, cerca de US$ 145 bilhões saíram de forma ilegal do país só em 2020 para apostas no exterior, segundo o estudo. Já na Indonésia, apesar da queda recente na movimentação de recursos para apostas on-line, 12,3 milhões de pessoas fizeram depósitos em plataformas ilegais, uma evidência da persistência do mercado ilegal. “Os casos analisados mostram um padrão comum: a proibição total das apostas online reduz a oferta legal e visível, mas não elimina a demanda, causando consequências indesejadas também.

    Parte dessa demanda migra para operadores estrangeiros ou clandestinos” , conclui o levantamento. Em setembro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) editou uma medida provisória que proibiu a exploração, a oferta, a intermediação e a publicidade das apostas de quota fixa no Brasil. A medida também determinou o encerramento das autorizações concedidas às empresas do setor.

    A Associação Nacional de Jogos e Loterias (ANJL) e a Associação Nacional pela Segurança Jurídica dos Jogos e Apostas (Anseja), entre outras entidades, acionaram o Supremo Tribunal Federal , questionando a MP e pedindo sua suspensão até julgamento no plenário. nov), com a participação de representantes do governo, de entidades do setor e de clubes de futebol. Leia mais: Demora para decisão sobre MP das Bets causa insegurança, diz IBJR ]]>

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