Moraes usou arbitrariamente o inquérito das fake news, diz Mendonça
2026), ao pedido de Alexandre de Moraes para o investigar por abuso de autoridade e improbidade administrativa. Mendonça pede que o presidente da Corte, Luiz Edson Fachin , arquive o pedido e reconheça que a Polícia Federal utilizou relatórios “ilícitos” contra ele. Leia a íntegra (PDF – 500 kB).
Em 3 de setembro, Moraes se baseou em “relatórios de inteligência” para afirmar que Mendonça buscou interferir a condução das investigações dos casos Master e INSS. Fachin determinou a abertura de um procedimento paralelo e pediu manifestações do diretor-geral da Polícia Federal, do ministro André Mendonça e do procurador-geral da República. A resposta de Mendonça tem 76 páginas e pede o arquivamento sumário do pedido de investigação contra ele.
No documento, ele afirma que, no dia 1º de setembro, Moraes utilizou o inquérito das Fake News para que a chefia da PF enviasse os “relatórios de inteligências” sobre a sua atuação. Para Mendonça, Moraes utilizou um relatório “sem valor probatório” para incluir um colega de forma arbitrária no “inquérito das fakes” . O ministro afirma que foi Moraes quem atuou com abuso de autoridade.
“A conclusão que se alcança é a de que os vícios que o prolator imputou a este signatário são, na realidade e em verdade, aqueles verificados em seu próprio ato — e não naquele que ele visa atacar” , declarou o ministro. Esta reportagem será atualizada. Leia mais: Fachin tira investigação contra Mendonça do inquérito das fake news ]]>
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