O gato que sobreviveu a navios nazistas e britânicos na Segunda Guerra: a história por trás do mito de Sam, o Inafundável
Em novembro de 1941 , marinheiros britânicos resgataram um gato preto e branco chamado Sam, cujo o nome verdadeiro era Oscar flutuando sobre uma prancha de madeira no meio do oceano Atlântico , após o porta-aviões HMS Ark Royal ser atingido por um torpedo alemão e afundar. O felino , mantido a bordo para caçar roedores e fazer companhia à tripulação, sobreviveu praticamente ileso ao desastre naval. O episódio chamou a atenção dos jornais da época e consagrou o animal com o célebre apelido de “Sam Inafundável” , dando origem a uma das histórias mais curiosas e debatidas da Segunda Guerra Mundial .
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Cinco meses depois, em outubro de 1941 , o Cossack também afundou após sofrer o ataque de um torpedo alemão, e o felino teria sido transferido justamente para o Ark Royal, acumulando três naufrágios em sua trajetória. Dúvidas históricas e o fim dos dias em Belfast Pesquisadores e historiadores destacam que faltam registros oficiais que comprovem a presença do felino no Bismarck ou no Cossack, além de sobreviventes da tripulação alemã não se lembrarem de um gato a bordo. Além disso, fotografias da época frequentemente confundiam Oscar com outros felinos de navio, como Simon , mascote do HMS Amethyst decorado com a Medalha Dickin .
Após ser resgatado do Ark Royal, Oscar foi levado para Gibraltar e, mais tarde, transferido para um abrigo de marinheiros em Belfast , na Irlanda do Norte, onde viveu de forma tranquila até morrer por causas naturais em 1955 , aos 15 anos de idade. ]]>
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